segunda-feira, 10 de setembro de 2012

PESQUISAS? VERDADE OU MENTIRA - JULGAMENTO DO MENSALÃO - AMIGO DE LULA E DO PT PRESO POR SER LADRÃO - DEMOCRACIA DE CHÁVEZ , UMA MENTIRA É UMA DITADURA SIM -

Bom dia, vou falar sobre pesquisas, as quais pouco me convencem já que de um universo de pessoas como somos no Brasil não acredito que poucos podem definir uma opinião geral. Sim, sei que a pesquisa é uma ciência, porém o que me deixa deveras preocupado são os veículos que fazem estas pesquisas que podem ser manipuladas e sem dúvida são, poucos são os institutos em que se pode confiar e são na maioria institutos internacionais e no Brasil não atuam, por que será? Os institutos nacionais já foram até bem julgados, pois hoje sabe-se que o poder econômico ou governamental tira proveito deste poder para que sejam manipuladas na maioria das vezes os resultados de campo, isto é fato, claro está que sua comprovação é muito difícil já que dados manipulados sempre irão apontar para o resultado divulgado. Hoje encontrei uma pesquisa feita pelo portal IG com internautas que mais uma vez vem comprovar o que acima escrevi, como o resultado obtido com uma grande maioria de internautas vem a resultar de forma clara e precisa uma discrepância total aos índices de popularidade dada a alguns políticos por institutos que avaliam esta popularidade, a pesquisa com os internautas deveria se aproximar bastante dos índices alcançados pelos institutos porém dá-se justamente o contrário por que seria? Leiam a transcrição abaixo que se encontra no Blog Direto ao Ponto do jornalista Augusto Nunes;
Juarez Capaverde



A enquete com 200 mil leitores atropela pesquisas de popularidade produzidas por comerciantes de estatísticas a favor


“Qual foi o presidente que mais fez pelo país?”


Perguntou o portal iG numa enquete baseada no conceito de real time. Em sete dias, a moderna plataforma computou 195.028 votos ─ uma amostra de bom tamanho do universo de brasileiros que sabem ler e gostam de manter-se bem informados. Confira o desempenho dos seis concorrentes:

Fernando Henrique Cardoso: 116.306 votos

Lula: 63.312

Itamar Franco: 5.187

Dilma Rousseff: 4.884

Fernando Collor: 4.275

José Sarney: 1.064

Se a escolha fosse feita em dois turnos, portanto, Fernando Henrique ─ pela terceira vez ─ teria vencido Lula já no primeiro. A votação do segundo colocado, que mal passou da metade da obtida pelo vitorioso, ajuda a entender por que a sigla FHC está para o SuperLula como a kriptonita verde para o Super-Homem.

Os outros ex-presidentes amargaram cifras anêmicas. Itamar Franco ficou ligeiramente acima de 5 mil votos. Dilma e Collor, nem isso. Sarney garantiu a lanterninha com um desempenho de vereador dos cafundós do Maranhão.

Faz 10 anos que Lula repete a ladainha da “herança maldita”, agora com Dilma Rousseff caprichando na segunda voz. A enquete do iG reitera que o Brasil que pensa contempla com desdém a choradeira dos farsantes. No universo da internet, só blogueiros estatizados e milicianos fanáticos tentam debitar na conta de FHC os aleijões que o padrinho concebeu, a afilhada pariu e ambos amamentaram. Um deles está em julgamento no Supremo Tribunal Federal.

Desmoralizados pela enquete, os embusteiros se refugiam em “pesquisas de popularidade” que mostram a dupla em marcha acelerada para os 100% (ou 103%, se a margem de erro oscilar a favor). A consulta no portal abrangeu quase 200 mil leitores. Para que os fabricantes de estatísticas atendam às encomendas do governo, bastam algumas centenas de formulários preenchidos por eleitores que ninguém viu.





II- JULGAMENTO DO MENSALÃO ESTÁ DANDO MEDO NOS PETISTAS



Podemos já constatar que o julgamento do mensalão está deixando os petistas com muito medo, apesar de seu grande líder Lula o Chantagista ter de todas as maneiras tentado influenciar as decisões a serem tomadas pela Corte Suprema, o tiro está saindo pela culatra. O grande estadista e estrategista petista está em maus lençóis se o rumo tomado pelos juízes continuar como está ocorrendo a dedução lógica é que de fato isto se dará com a condenação de todos os envolvidos na maior maracutaia e roubo do dinheiro público que já se teve notícias neste país o feito pelo PT e seus líderes quando assumiram o governo federal, somente lastimo que o maior dos culpados e o verdadeiro chefe da quadrilha não esteja tambem no banco dos réus Lula o Mentiroso, que ainda teve a cara-de-pau de vir aos meios de comunicação mentir ao povo brasileiro e se dizer traído e que não sabia de nada, ora, um sujeito, diga-se de passagem ignorante culturalmente, porem de muita esperteza na vivência politica não saberia o que estava ocorrendo em baixo de seu nariz é querer nos fazer de trouxas e idiotas e o pior, continuar a se fazer de vítima e a negar o fato comprovado, hoje o Brasil inteiro está acompanhando a verdadeira "verdade" do que aconteceu e já era sabido por todos que não cairam no golpe de estelionato praticado pelo maior e mais conhecido dos estelionatários deste país em todos os tempos Luis Inácio Lula da Silva, como diz o velho ditado " A justiça tarde mais não falha" e isto está acontecendo agora apesar de todas as declarações em contrário desta cambada de ladrões do dinheiro do povo brasileiro. Leiam;

Juarez Capaverde



Reunião sigilosa com Lula, Dirceu e Thomaz Bastos discute PT-pós mensalão



Lula: ele já calibra o tom do discurso contra uma eventual condenação ampla, geral e irrestrita


Que avaliação deve ser feita do julgamento do mensalão? O que o PT deve fazer se a condenação for generalizada?

As duas perguntas foram o centro de um sigiloso encontro no dia 2, no Instituto Lula, em São Paulo, que reuniu nada menos do que Márcio Thomaz Bastos, José Dirceu, Rui Falcão, Sigmaringa Seixas, e, claro, Lula.

Uma das conclusões foi a de que todo o esforço para a vitória nas grandes capitais deve ser feito. Elas seriam usadas como base do discurso de defesa, na linha “O STF condenou, mas o povo continua com o PT ”.

Outra decisão: os dirigentes petistas têm que partir para o ataque imediatamente. Resultado disso foi a patética declaração de Falcão, dada dias depois, de que o STF, “unido a uma elite suja e reacionária”, faria parte de um “golpe” para derrubar o PT .

De acordo com um dos participantes da reunião, as decisões do STF estão levando Lula à beira do descontrole.


Por Lauro Jardim



b)



‘Prejuízo realizado’

PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA QUINTA-FEIRA


DORA KRAMER



Das 26 capitais onde há eleição municipal as pesquisas mostram o PT na dianteira folgada apenas em Goiânia e com chance maior ou menor de ir ao segundo turno em outras seis.

Apesar de todos os reclamos sobre a coincidência entre o julgamento e o período eleitoral, tal placar não pode ser atribuído a prejuízos decorrentes do exame do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal.

Primeiro porque o partido do poder já entrou mal na disputa, antes do início das audiências. Em segundo lugar, porque as mexidas mais importantes nos últimos números não autorizam qualquer conexão entre uma coisa e outra.

Em São Paulo, o petista Fernando Haddad subiu significativamente ao ponto de se tornar competitivo a uma vaga no segundo turno e ainda aparecer como vencedor na simulação de uma disputa com o tucano José Serra.

Movimento registrado ainda sob o calor da condenação de João Paulo Cunha e da veemente recusa da tese do caixa 2 como argumento de defesa.

A outra alteração importante apontada nas pesquisas foi a deslanchada do candidato do PSB à prefeitura do Recife, que tirou da liderança o petista Humberto Costa. Deve-se exclusivamente ao empenho pessoal do governador Eduardo Campos.

Causa mais plausível do desempenho aquém do razoável para o PT nas capitais parece ser a perda gradativa do eleitorado urbano, instruído e politizado, hoje acentuadamente substituído pela clientela dos programas sociais.

Nessa mudança de perfil haveria, sim, uma conexão com o mensalão. Não por causa do julgamento, mas pelo fato de ser o registro mais visível do conjunto da obra desde que o PT decidiu trocar a defesa da ética na política pela bandeira da permissividade no trato do aparelho estatal.






c)


"Domínio dos fatos"



DORA KRAMER - O Estado de S.Paulo



Os ministros do Supremo Tribunal Federal têm se notabilizado pela nitidez na forma e no conteúdo de seus votos, em atendimento ao sagrado direito do público de entender o que está em jogo no julgamento do processo do mensalão.

Portanto, é sem prejuízo do reconhecimento a esse esforço do colegiado que se constata a clareza solar do ministro Luiz Fux por ocasião de duas manifestações nos primeiros dos sete itens a serem examinados conforme a metodologia proposta pelo relator e acatada pelo tribunal.

Quando julgava o ponto do qual decorreu a condenação de João Paulo Cunha, Marcos Valério e associados por corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, Fux discorreu sobre a questão do ônus da prova argumentando que a presunção de inocência não desobriga o réu de contar uma história bem contada em sua defesa.

Não basta negar a acusação, disse o ministro em termos mais elaborados. É preciso apresentar uma versão verossímil face à realidade "de como as coisas são", para usar expressão da ministra Rosa Weber na sessão de quarta-feira ao analisar a denúncia de gestão fraudulenta contra dirigentes do Banco Rural.

Naquela mesma audiência, Luiz Fux desatou outro nó ao explicitar o papel do banco no esquema: "uma lavanderia de dinheiro" que, por intermédio das agências de publicidade de Marcos Valério, deu suporte a "uma agremiação partidária".

O Supremo Tribunal Federal vai assim há mais de um mês contando uma história que aponta para um desfecho cada vez mais próximo da narrativa da acusação sobre a existência de uma organização criminosa cujo objetivo era arrecadar e distribuir recursos a partidos aliados mediante o uso do aparelho de Estado.

O entendimento da maioria dos ministros guarda léguas de distância da versão da defesa sobre a ocorrência apenas (como se fosse pouco) de crime eleitoral desconectado de uma sistemática de dolo coletivo e até agora segue, em seu arcabouço, a lógica do relator Joaquim Barbosa.

No primeiro capítulo, o STF mostrou o modus operandi de desvio de recursos públicos para as contas de empresas de Marcos Valério - por contratos de publicidade firmados com o Banco do Brasil e com a Câmara dos Deputados - e delas repassados aos políticos, elegendo como exemplo inicial o deputado João Paulo Cunha e os R$ 50 mil retirados em espécie no banco por ordem da agência SMPB.

No segundo capítulo, o Supremo desvendou a montagem de empréstimos fraudulentos no tocante às normas bancárias para ocultar a origem dos recursos. No terceiro, mostrará como o dinheiro foi lavado.

A partir daí, desenrolar-se-á o novelo em que dificilmente deixarão de se enredar os integrantes do chamado núcleo político, beneficiário, mandante e consequentemente dono do domínio dos fatos que resultaram na urdidura de um esquema que a Corte vai reconhecendo como criminoso.

Bicudos. Para que não se faça de Fernando Henrique Cardoso uma vítima eterna dos equívocos do PSDB e se respeitem os fatos, cumpre não esquecer que o então presidente na eleição de 2002 não escondeu a satisfação de incluir em seu currículo o fato de ser sucedido por um "operário".

Se de um lado foi largado pelos tucanos, de outro não impôs reparos ao apoio implícito de muita gente do governo à eleição de Lula nem ao abandono explícito de setores do partido à candidatura de José Serra.

Aí incluídos o presidente do PSDB, Tasso Jereissati, cabo eleitoral assumido de Ciro Gomes, e o então candidato a governador de Minas, Aécio Neves, arquiteto do voto "Lulécio".

Ponto final. A oposição pode ser "suja", a elite "preconceituosa", a imprensa "reacionária" e a Justiça "instrumento de golpistas", como diz o presidente do PT, Rui Falcão.

Mas quem flerta com a possibilidade de ver correligionários na cadeia é o PT.



d)



"Mão pesada"

Merval Pereira, O Globo


Encerrada a segunda parte do julgamento do mensalão, já há definições importantes que devem orientar o voto dos ministros nas demais etapas. É consensual que houve desvio de dinheiro público, seja através da manipulação de licitação na Câmara dos Deputados, seja no Visanet do Banco do Brasil.

Há maioria já definida sobre a condição de fictícios dos empréstimos tomados pelas agências de Marcos Valério e pelo PT ao Banco Rural. Eles buscavam encobrir o desvio de dinheiro para financiamento político. Será a partir dessas decisões já tomadas pela maioria dos ministros que o Supremo Tribunal Federal enfrentará as demais etapas do processo do mensalão.

Já não há mais espaço para alegações de que o que houve foi “apenas” caixa dois eleitoral, que tudo não passou de “farsa” ou de golpe dos conservadores contra o governo popular de Lula.

A manifestação mais rombuda nesse sentido partiu do presidente do PT, Rui Falcão, que acusou “a mídia conservadora” e setores “do Judiciário” de serem instrumentos de poder de uma oposição “conservadora, suja e reacionária”.

O ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, defensor do dirigente do Banco Rural José Roberto Salgado, condenado por 10 a 0 por gestão fraudulenta, pretendeu fazer uma análise técnica do julgamento, mas a intenção foi desqualificar as decisões do STF:

“O julgamento caminha para um retrocesso, como a desconsideração dos atos de ofício. Um julgamento que não assegura algumas garantias”. Para ele, “há um endurecimento do tribunal e uma flexibilização no julgamento”.

Ora grosseiramente, ora tentando transparecer uma análise técnica, surgem críticas à atuação do STF entre políticos e advogados ligados aos réus e em órgãos de imprensa, tradicionais ou virtuais, ligados ao governo ideologicamente e/ou por questões financeiras.

Por isso vários ministros ontem trataram de rebater essas críticas ao mesmo tempo que mantinham a “mão pesada” na condenação dos réus.

Gilmar Mendes ressaltou que “a Corte tem reiterado princípios caros aos cidadãos e ao estado de Direito, como o amplo direito de defesa”. E destacou que em nenhum momento o STF cuidou “de flexibilização desses princípios, mesmo diante da justa opinião do povo contra quem participou de um fato repugnante, merecedor de repúdio”.

Quando chegou sua vez de votar, o presidente da Corte, Ayres Britto, referiu-se a críticas “algo meio veladas” de que o STF “colocaria em questão o devido processo legal substantivo, como se alguns elementos conceituais tivessem sendo objeto de representação”.

Ele garantiu que até agora o STF “não inovou em nada nesse sentido fragilizador”.

Para corroborar essa afirmação, o decano do STF, ministro Celso de Mello, lembrou que já em 1994 usou uma expressão de Heleno Fragoso, que afirmava que basta que o agente se deixe corromper para que esse ato seja visto na perspectiva do ato de ofício. “Por isso o Código Penal pune aquele que ainda não se investiu no cargo público, mas aceitou se corromper”.

Rosa Weber já havia abordado esse tema quando deu o seu primeiro voto, chamando a atenção para o fato de que, devido à dificuldade inerente a esse tipo de crime, “tem-se admitido certa elasticidade na admissão da prova acusatória”.

Para a ministra, nos delitos de poder como o que está em julgamento, não pode ser diferente, pois “quanto maior o poder ostentado, maior a facilidade de esconder o ilícito com a obstrução de documentos, corrupção de pessoas”.

Luiz Fux também abordou essa questão mais de uma vez. Disse a certa altura que o julgamento técnico não pode servir de “subterfúgio” para crimes. Afirmando em outra ocasião que se chegou “à generalizada aceitação de que a verdade (indevidamente qualificada como “absoluta”, “material” ou “real”) é algo inatingível pela compreensão humana”, frisou que o que importa para o juízo “é a denominada verdade suficiente constante dos autos”.

Para ele, o moderno Direito Penal resgata “a importância que sempre tiveram, no contexto das provas produzidas, os indícios, que podem, sim, pela argumentação das partes e do juízo em torno das circunstâncias fáticas comprovadas, apontarem para uma conclusão segura e correta”.






III- OS AMIGOS DE LULA E DO PT TODOS MAL ELEMENTOS JÁ SE SABIA

Leiam abaixo texto publicado no Blog de Augusto Nunes em Veja, sobre mais um dos amigos de Lula e do PT, mais uma vez se comprovou que bons elementos não seriam como não o são muitos deles ou melhor em sua maioria, mas leiam e tirem sua conclusões. Leiam;
Juarez Capaverde



08/09/2012 às 13:13 \ Direto ao Ponto


O companheiro egípcio que o governo Lula tentou instalar na direção-geral da Unesco é mais um ladrão a caminho da cadeia


Em maio de 2009, durante uma audiência no Congresso, o então chanceler Celso Amorim confessou que o governo Lula não queria o engenheiro brasileiro Márcio Barbosa na direção-geral da Unesco ─ sigla que identifica a Organização das Nações Unidas para a Educação e a Cultura. Vice-diretor da entidade, Barbosa tinha o apoio da maioria dos 58 integrantes do comitê executivo. Só faltava o endosso do Itamaraty à candidatura. Mas Lula e Amorim nunca perderam uma chance de errar: preferiram um egípcio.



E que egípcio: Farouk Hosni, ministro da Cultura do ditador Hosni Mubarak, dormia sonhando com a destruição de Israel e acordava com alguma idéia cretina inspirada no Holocausto. Uma delas era a queima em praça pública  de todos os livros editados em hebraico. No sarau com os parlamentares, Amorim argumentou que Márcio Barbosa seria sacrificado no altar dos superiores interesses da pátria.

“Fizemos uma opção geopolítica”, pipilou o Pintassilgo do Planalto. “O Brasil tem uma política de aproximação com os países árabes e africanos, que apoiam a candidatura egípcia”. E as maluquices ditas e feitas pelo candidato? Algumas haviam sido “pouco felizes”, concedeu o executor da diplomacia da cafajestagem. “Mas tenho certeza de que ele pautará sua gestão à frente da Unesco por um diálogo de civilizações”.

Em junho de 2009, Barbosa desistiu formalmente da disputa.Para sorte da Unesco, Farouk Hosni foi derrotado em setembro por 31 votos a 27 pela diplomata búlgara Irina Bokova. Para alívio do mundo civilizado, meses depois perdeu o emprego e o poder com o desabamento da ditadura de Mubarak.

Na semana passada, enquanto Márcio Barbosa continuava concentrado na execução de megaprojetos culturais encomendados por países árabes, o escolhido por Amorim para aproximar o Brasil dos países árabes estava preso no Cairo. Nesta quarta-feira, Farouk Hosni começou a ser julgado pelo roubo de 2,35 milhões de euros dos cofres públicos. Vai ficar um bom tempo na gaiola.

Enfurnado no gabinete de ministro da Defesa, o Pintassilgo do Planalto avisou que não fala sobre assuntos externos. Lula faz de conta que nunca ouviu falar no ex-ministro da Cultura e quase diretor-geral da Unesco. Atarantado com os pedidos de socorro de mensaleiros em pânico e candidatos a prefeito em parafuso, o Protetor dos Pecadores não tem tempo nem cabeça para pensar no companheiro egípcio.

É só mais um bandido internacional de estimação em apuros. Se fingiu que mal conhecia o “amigo, irmão e líder” quando Muamar Kadafi matava oposicionistas em busca da sobrevivência impossível, não é com um Farouk Hosni que Lula vai desperdiçar o tempo que pode ser usado num comício.

Em janeiro de 2003, o presidente da República decidiu que a política externa brasileira faria a opção  preferencial pela canalhice. Gente assim não se aflige por tão pouco, nem perde o sono com parceiros em desgraça.





IV- A DEMOCRACIA DE CHAVEZ O GRANDE AMIGO DE LULA E DO PT


Leiam, assistam o vídeo e constatem a real "democracia" venezuelana tão festejada por Lula o Mentiroso e o PT, neste depoimento corajoso da Deputada Venezuelana Maria Corina cuja vivência no país de Chavez não é como diz a publicidade governamental tão maravilhosa e que criaram, como aqui, a Venezuela Maravilha,  seu criador é ninguém menos do que o marqueteiro petista João Santana para lá enviado pelo amigo do peito de Chavez, Lula o Mentiroso tão festejado nas peças publicitarias do mesmo senhor João Santana, puro marketing sabem aqueles que percebem o que de real existe neste Brasil tão roubado por esta turma de bandidos petistas. Leiam;

Juarez Capaverde



A ditadura de Chávez, apoiada pelo governo Dilma e por Lula, no detalhe



Abaixo, publico um vídeo impressionante. Trata-se do depoimento da deputada venezuelana Maria Corina num seminário promovido pela Faes (Fundación para el análisis y los estudios sociales), uma ONG ligada ao Partido Popular, da Espanha.

Há muitos diagnósticos por aí sobre a ditadura venezuelana, mas creio que poucas pessoas foram tão claras e objetivas ao sintetizar os pilares em que se sustenta a ditadura chavista. No dia 6 de novembro, a Venezuela realiza eleições presidenciais. Pela primeira vez, um candidato da oposição tem chances reais de vitória. Em muitas pesquisas, Henrique Capriles, o nome da oposição, aparece na frente. Por isso mesmo, o chavismo vive a sua fase mais virulenta e mais violenta, e já se deita sobre o processo a sombra da possível fraude.

O depoimento de Corina é importante para destacar que, mesmo dentro das regras do jogo, a eleição não ocorre numa ambiente democrático. Segue o vídeo. Na sequência, faço uma síntese da brilhante intervenção da parlamentar. E não se esqueçam: foi esse delinquente que Dilma resolveu levar para o Mercosul, desprezando o tratado de fundação do grupo e as regras internacionais.








Voltei




Abaixo, a radiografia do poder chavista, segundo Corina:

1) Eleição para destruir o estado de direito – A deputada deixa claro que as eleições, na Venezuela, são um instrumento para solapar o próprio estado de direito. Usam-se as urnas para destruir as regras da convivência democrática e legitimar a violência. Corina lembra que, na era chavista, houve nada menos de 19 eleições, e as liberdades individuais e os direitos democráticos foram sendo continuamente solapados.

2) Uso do crime organizado pelo estado – O próprio estado estimula a formação de milícias e de grupos criminosos. Há nada menos de 12 mil deles operando na Venezuela, em conluio com homens do estado. A deputada denuncia que colegas seus da Assembleia Nacional são ligados a essas quadrilhas. A Venezuela é hoje um dos países mais violentos do mundo. Em 1999, quando Chávez chegou ao poder, havia 4 mil homicídios por ano; em 2011, ocorreram mais de 20 mil. O país tem 29 milhões de habitantes. Isso significa 69 mortos por 100 mil habitantes. Só para vocês terem uma ideia do que significa isso, basta lembrar que, no Brasil, que já vive uma carnificina, há 26 mortos por 100 mil habitantes — quase um terço do que se mata no paraíso chavista, apoiado por Lula e Dilma. Em Caracas, o número de mortos por 100 mil passa de cem!!! Na cidade de São Paulo, é pouco superior a… 10!

3) Controle dos meios de comunicação – Corina lembra que, à diferença das antigas ditaduras latino-americanas, o modelo chavista não opera a simples censura, que também existe. Os jornalistas independentes vivem sob um regime de terror. Há os veículos que servem ao governo, sob o controle de Chávez. O ditador fica no ar de quatro a cinco horas por dia.

4) Destruição sistemática da capacidade produtiva do país – Em nome do socialismo do século 21, a capacidade produtiva do país foi destruída. Depende basicamente do petróleo. E só. O governo expropriou mais de 4 milhões de hectares DE TERRAS PRODUTIVAS em seu programa de reforma agrária. Em nome do combate aos monopólios, as empresas privadas se tornam meras repartições do poder público, quando não são expropriadas.

5) Uso da globalização para consolidar a ditadura – Corina lembra, com acerto, que os neoditadores costumam ser os críticos mais ácidos da globalização e, ao mesmo tempo, seus maiores beneficiários. Chávez usa a possibilidade de intercâmbio com outros países para fortalecer seu regime. Cita o caso explícito dos pactos com com o Irã e observa que causas até consideradas justas são instrumentalizadas pelos autoritários — e a ecologia é uma delas. A propósito: vocês já viram os grandes líderes da economia verde a combater Chávez, o vermelho? Nunca!

Corina faz uma brilhante síntese: essas novas ditaduras dão ao povo o direito de votar, mas não o direito de eleger. E mostra como Chávez controlou o sistema eleitoral do país. Três dados merecem destaque.

Servidores – quando o tirano chegou ao poder, havia 900 mil servidores federais; hoje, eles são mais de três milhões — num pais de 29 milhões  (10,3%). Imaginem se o Brasil tivesse mais de 20 milhões só de servidores federais!!!

Eleitores fantasmas – Em dez anos, a população venezuelana cresceu 14%, mas os registros eleitorais cresceram 58%;

Controle pelo medo – Em 2004, a oposição conseguiu o número de assinaturas necessário para que se fizesse uma consulta popular para saber se o mandato de Chávez podia ou não ser revogado. A consulta ocorreu em agosto de 2004. Ele tinha só mais dois anos e meio de mandato, e 58,25% decidiram que ele poderia ficar até o fim. Sabem o que fez o tirano? Obrigou que a lista dos venezuelanos que apoiaram a consulta fosse tornada pública. Seus signatários foram implacavelmente perseguidos, perderam seus respectivos empregos públicos, foram impedidos de fazer negócios etc.

É esse o governo que Dilma Rousseff decidiu receber de braços abertos no Mercosul. O marqueteiro do tirano é João Santana, que cuidou da reeleição de Lula, da eleição de Dilma e que faz agora a campanha de Fernando Haddad. O Babalorixá de Banânia gravou um vídeo para o Foro de São Paulo apoiando, claro!, a reeleição do ditador. Já que vocês viram a cara mais bela da democracia, contrastem com a carranca em defesa da tirania.



Reinaldo Azevedo



FRASE DO DIA

“A ilusão de quem apostava muito no mensalão para destruir a imagem do partido não vai se verificar”.


Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, garantindo que a condenação do deputado João Paulo Cunha por corrupção, peculato e lavagem de dinheiro contribuiu para melhorar a imagem do PT.





Depois desta constatação pelo Sr. Gilberto Carvalho, não tenho o que comentar!
Juarez Capaverde


Até amanhã


As fotos inseridas nos textos o foram pelo blogueiro. Juarez Capaverde

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

HERANÇA PESADA POR FHC - NOTA DE DILMA - RESPOSTA DO PSDB - PT ESTÁ COLHENDO O QUE PLANTOU - PT CONTRA O JUDICIÁRIO POR MOSTRAR QUE MENSALÃO EXISTIU -

Bom dia, devido a repercussão do artigo de Presidente Fernando Henrique estou o transcrevendo abaixo e a nota enviada pela Sra. Dilma atual Presidente que se ofendeu com as constatações contidas no texto, muito das verdades que aí estão sem que os petistas queiram assumir estes erros já que para eles Lula é o "todo poderoso" e o maior de todos os estadistas até hoje nascidos neste planeta chamado Terra. Infelizmente Fernando Henrique não lembrou que a grande "gerente" de muitos desses males era a Sra. Dilma que para gerente não seria admitida como aqui já afirmei muitas vezes nem para gerenciar o "botequim da esquina". Lula o Mentiroso que não aceitou a verdade do mensalão, está hoje lhe sendo demonstrado, mesmo que fosse sabedor desde sempre que o fato existiu e o judiciário mais alto da nação está condenando seus participantes e espero condene aquele que ficou na vitrine para isentar seu chefe supremo o chefe de quadrilha José Dirceu. No encaminhamento que se está notando serão punidos exemplarmente, apesar de dois dos julgadores já terem demonstrado que não o farão pela subserviência que se nota a Lula e ao PT, são eles o Ministro Lewandowski e Dias Toffoli. Leiam;
Juarez Capaverde




‘Herança pesada’

PUBLICADO NO ESTADÃO DESTE DOMINGO

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

A presidenta Dilma Rousseff recebeu uma herança pesada de seu antecessor. Obviamente, ninguém é responsável pela maré negativa da economia internacional, nem ela nem o antecessor. Mas há muito mais do que só o infortúnio dos ciclos do capitalismo.



Comecemos pelo mais óbvio: a crise moral. Nem bem completado um ano de governo e lá se foram oito ministros, sete dos quais por suspeitas de corrupção. Pode-se alegar que quem nomeia ministros deve saber o que faz. Sem dúvidas, mas há circunstâncias. No entanto, como o antecessor desempenhou papel eleitoral decisivo, seria difícil recusar de plano seus afilhados. Suspeitas, antes de se materializarem em indícios, são frágeis diante da obsessão por formar maiorias hegemônicas, enfermidade petista incurável.



Mas não foi só isso: o mensalão é outra dor de cabeça. De tal desvio de conduta a presidenta passou longe e continua se distanciando. Mas seu partido não tem jeito. Invoca a prática de um delito para encobertar outro: o dinheiro desviado seria “apenas” para o caixa 2 eleitoral, como disse Lula em tenebrosa entrevista dada em Paris, versão recém-reiterada ao jornal The New York Times. Pouco a pouco, vai-se formando o consenso jurídico, de resto já formado na sociedade, de que desviar dinheiro é crime, tanto para caixa 2 como para comprar apoio político no Congresso Nacional. Houve mesmo busca de hegemonia a peso de ouro alheio.



Mas não foi só isso que Lula deixou como herança à sucessora. Nos anos de bonança, em vez de aproveitar as taxas razoáveis de crescimento para tentar aumentar a poupança pública e investir no que é necessário para dar continuidade ao crescimento produtivo, preferiu governar ao sabor da popularidade. Aumentou os salários e expandiu o crédito, medidas que, se acompanhadas de outras, seriam positivas. Deixou de lado as reformas politicamente custosas: não enfrentou as questões regulatórias para acelerar as parcerias público-privadas e retomar as concessões de certos serviços públicos. A despeito da abundância de recursos fiscais, deixou de racionalizar as práticas tributárias, num momento em que a eliminação de impostos se poderia fazer sem consequências negativas: a oposição conseguiu suprimir a CPMF, cortando R$ 50 bilhões de impostos, e a derrama continuou impávida.



É longa a lista do que faltou fazer quando seria mais fácil. Na questão previdenciária, o único “avanço” não se concretizou: a criação de uma previdência complementar para os funcionários públicos que viessem a ingressar depois da reforma. A medida foi aprovada, mas sua consecução dependia de lei subsequente, para regulamentar os fundos suplementares, que nunca foi aprovada. As centenas de milhares de recém-ingressados no serviço público na era lulista continuaram a se beneficiar da regra anterior. Foi preciso que novo passo fosse dado pelo governo atual para reduzir, no futuro, o déficit da Previdência. Que dizer, então, de modificações para flexibilizar a legislação trabalhista e incentivar o emprego formal? A proposta enviada pelo meu governo com esse objetivo, embora assegurando todos os direitos trabalhistas previstos na Constituição, foi retirada do Senado pelo governo Lula em 2003. Agora é o próprio Sindicato Metalúrgico de São Bernardo do Campo que pede a mesma coisa…



Mas o “hegemonismo” e a popularidade à custa do futuro forçaram outro caminho: o dos “projetos de impacto”, como certos períodos do autoritarismo militar tanto prezaram. Projetos que não saem do papel ou, quando saem, custam caríssimo ao Tesouro e têm utilidade relativa. O exemplo clássico foi a formação a fórceps de estaleiros nacionais para produzirem navios-tanque para a Petrobrás (pagos, naturalmente, pelos contribuintes, seja por meio do BNDES, seja pelos altos preços desembolsados pela Petrobrás). Depois do lançamento ao mar do primeiro navio, com fanfarras e discursos presidenciais, passaram-se meses para se descobrir que o custo não fez jus a tanta louvação. Que dizer dos atrasos da transposição do São Francisco, ou da Transnordestina, ou ainda da fábrica de diesel à base de mamona? Tudo relegado aos restos a pagar do esquecimento.



O que mais pesa como herança é a desorientação da política energética. Calemos sobre as usinas movidas “a fio d’água”, cuja eletricidade para viabilizar o empreendimento terá de ser vendida como se a produção fosse firme o ano inteiro, e não sazonal. Foi preciso substituir o companheiro que dirigia a Petrobrás para que o País descobrisse o que o mercado já sabia, havendo reduzido quase pela metade o valor da empresa. O custo da refinaria de Pernambuco será dez vezes maior do que previsto; há mais três refinarias prometidas que deverão ser postergadas ad infinitum. O preço da gasolina, controlado pelo governo, não é compatível com os esforços de capitalização da Petrobrás. Como consequência de seu barateamento forçado ─ que ajuda a política de expansão ilimitada de carros com a coorte de congestionamentos e poluição ─ a produção de etanol se desorganizou a tal ponto que estamos importando etanol de milho dos Estados Unidos!



Com isso tudo, e apesar de estarmos gastando mais divisas do que antes com a importação de óleo, o presidente Lula não se pejou em ser fotografado com as mãos lambuzadas de petróleo para proclamar a autossuficiência de produção, no exato momento em que a produtividade da extração se reduzia. No rosário de desatinos, os poços secos, ocorrência normal nesse tipo de exploração, deixaram de ser lançados como prejuízo, para que o País continuasse embevecido com as riquezas do pré-sal, que só se materializarão quando a tecnologia permitir que o óleo seja extraído a preços competitivos, que poderão tornar-se difíceis com as novas tecnologias de extração de gás e óleo dos americanos.



É pesada como chumbo a herança desse estilo bombástico de governar que esconde males morais e prejuízos materiais sensíveis para o futuro da Nação.






Leiam a nota emitida por Dilma



Confira a íntegra da nota. Volto em seguida.

                                 


Citada de modo incorreto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em artigo publicado neste domingo, nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, creio ser necessário recolocar os fatos em seus devidos lugares.



Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita. Não recebi um país sob intervenção do FMI ou sob a ameaça de apagão.



Recebi uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes.



Recebi um país mais justo e menos desigual, com 40 milhões de pessoas ascendendo à classe média, pleno emprego e oportunidade de acesso à universidade a centenas de milhares de estudantes.



Recebi um Brasil mais respeitado lá fora graças às posições firmes do ex-presidente Lula no cenário internacional. Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse. O ex-presidente Lula é um exemplo de estadista.



Não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma tentativa menor de reescrever a história. O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento. Aprendi com os erros e, principalmente, com os acertos de todas as administrações que me antecederam. Mas governo com os olhos no futuro.





Leiam a resposta do PSDB 



 ‘Reescrever a história é tentar negar a existência do mensalão’

                               


 Nesta terça-feira, o PSDB divulgou o seguinte editorial:



EM DEFESA DO CONTRADITÓRIO



A democracia brasileira, conquistada a duras penas, pressupõe o contraditório, coisa com a qual o PT não consegue lidar bem. Só isso justifica o grande incômodo provocado no último fim de semana pelo artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, no qual ele dá exemplos da herança pesada herdada do governo Lula pela presidente Dilma Rousseff.



Nos causa surpresa, em especial, a reação da presidente Dilma Rousseff, que, cedendo às pressões de seu partido, acabou se excedendo na defesa do legado recebido de seu antecessor. Infelizmente, usando os mesmos métodos utilizados pelo ex-presidente Lula: este sim um especialista em tentar reescrever a história brasileira de acordo com suas conveniências.



Basta lembrar as inúmeras tentativas do ex-presidente Lula e de vários de seus aliados em tentar negar a existência do mensalão. Uma tese, aliás, que o Supremo Tribunal Federal vem derrubando a cada dia com as condenações que já começaram a ser proclamadas.



No afã de defender a herança recebida de Lula, a presidente Dilma incorreu em alguns erros ao ressaltar que seu antecessor havia recebido um país sob “intervenção” do Fundo Monetário Internacional (FMI) do governo FHC.



Esqueceu a presidente de lembrar o pânico gerado, em 2002, nos meios financeiros só com a possibilidade de vitória do candidato do PT, o que chegou a provocar corrida bancária e forte elevação da taxa de juros, além de desencadear pressões inflacionárias.



Estas, sim, foram as razões que levaram o então presidente Fernando Henrique a negociar um acordo com o FMI. Um acordo, aliás, que teve o aval de todos os candidatos à Presidência, inclusive o do PT.



De fato o ex-presidente Lula não cedeu à tentação de disputar um terceiro mandato, como chegaram a pregar muitos de seus correligionários, mas não pestanejou em disputar a reeleição, garantida pelo Congresso Nacional em votações qualificadas e com o apoio majoritário da sociedade brasileira.



O mais curioso é que, mesmo há quase uma década no Poder, o PT ainda insista em atribuir à gestão tucana os males que não conseguiu consertar no país ou que reedite, sem cerimônia, políticas que tanto criticou como a das privatizações, hoje rebatizada como concessões à iniciativa privada.



Pior ainda é que o PT tente atribuir a adversários comportamentos golpistas, enquanto nos bastidores trabalha pela implantação de um projeto hegemônico, através do qual imagina ser possível aniquilar a oposição no Brasil.



Nada nos fará calar diante do que nos parecem erros graves, mas sempre com equilíbrio e sem faltar com a verdade.



b)






O Instituto Teotônio Vilela responde a Dilma: ‘O PT detesta ouvir verdades incômodas’


Segue-se a íntegra do texto divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Teotônio Vilela, ligado ao PSDB:



O PT adora assacar mentiras contra seus adversários e detesta quando lhe são ditas verdades incômodas. É isso o que explica a reação coordenada entre a presidente Dilma Rousseff e seu tutor às mazelas do governo petista expostas por Fernando Henrique Cardoso no último domingo. Ao rol de realidades desnudadas, os petistas responderam com as mistificações de sempre. O líder tucano está coberto de razão.



Em artigo publicado em O Globo e n’O Estado de S.Paulo, o presidente lista diversos componentes da “herança pesada” recebida por Dilma de seu antecessor. São muitos: a crise moral, o mensalão, a falta de reformas institucionais, o aumento da carga tributária, as iniquidades na Previdência, a ineficiência dos investimentos públicos, os descaminhos da política energética. Examinada a lista, é de se perguntar: há alguma mentira nela? Nenhuma.



Fernando Henrique lamenta a corrosão moral que marcou o primeiro ano da gestão Dilma. Fato: dos 37 ministros que assumiram com a presidente, sete foram defenestrados por suspeitas de corrupção e irregularidades de toda natureza. Não custa lembrá-los: Antonio Palocci (Casa Civil), Carlos Lupi (Trabalho), Alfredo Nascimento (Transportes), Pedro Novais (Turismo), Orlando Silva (Esporte), Wagner Rossi (Agricultura) e Mario Negromonte (Cidades).



Em seguida, o presidente trata do mensalão. Dos 37 réus, dez são do PT. São eles: os já condenados João Paulo Cunha e Henrique Pizzolato; José Genoino e Delúbio Soares, os próximos da lista; o único absolvido Luiz Gushiken; José Dirceu, Silvio Pereira, Paulo Rocha, Professor Luizinho e João Magno de Moura. Mente Fernando Henrique ao denunciar a “busca de hegemonia a peso de ouro alheio” por esta gente? Por tudo o que se viu ao longo das 17 sessões de julgamento realizadas no STF até agora, nem um pouco.



Segundo alguns jornais, Dilma teria ficado especialmente brava com a menção à desastrada política energética que vigora no governo petista. Mas quem, senão a própria atual presidente da Petrobras, ressaltou noutro dia que, desde 2003, a estatal não cumpre suas metas de produção? Quem, senão a própria empresa, deve apresentar nova queda na produção neste ano e registrou, após 13 anos, bilionário prejuízo? Quem vale hoje menos do que valia dois anos atrás, antes de um processo de capitalização embalado em clima de fanfarra eleitoral?



No artigo, Fernando Henrique também aponta os equívocos que transformaram o Brasil de potência na geração de etanol em importador do produto. Os fatos: neste ano-safra, a produção de álcool no país caiu 15% e compramos dos Estados Unidos nada menos que 1,8 bilhão de litros do biocombustível. Em consequência deste desarranjo, as importações de gasolina deverão mais que quadruplicar até o fim da década.



O líder tucano trata, ainda, dos atrasos na Transnordestina e na transposição do rio São Francisco. Quem há de negá-los? A ferrovia só tem um terço das obras prontas, liga nada a lugar algum e já encareceu 50%, bancada por financiamento do BNDES. A transposição tem seis dos 14 lotes com obras suspensas, muitas por suspeitas de irregularidades. Seu término, antes previsto para 2010, já foi estendido para, no mínimo, 2015.



A presidente tentou rebater as sóbrias palavras de Fernando Henrique com uma nota oficial combinada com Lula, segundo revelou o Estadão. Disse, por exemplo, que seu antecessor legou-lhe “uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura”. Em que país ela está vivendo? Ou, pior: qual país ela pensa que está governando?



“Economia sólida” será a que cresce menos que todos os países latino-americanos e é a quarta mais desigual e injusta do continente? “Crescimento robusto” será aquele que, neste ano, ficará em cerca de metade do que foi o pibinho de 2011? “Investimentos consistentes em infraestrutura” são a paralisia que se vê em estradas, ferrovias, aeroportos, portos e conjuntos habitacionais, e que, na última década, deixou de aplicar quase R$ 50 bilhões em recursos orçamentários? Francamente…



Dilma chama atenção para “os avanços que o país obteve nos últimos dez anos”. Se não fosse tão sectária, mais correto seria dizer dos avanços que vêm sendo construídos por toda a nação desde a transição democrática ─ da qual, aliás, o PT recusou-se a participar no colégio eleitoral. Mais adequado ainda seria falar da completa ausência de avanços institucionais na última década, em que o arcabouço arduamente construído na gestão tucana foi sendo, dia após dia, dilapidado até o osso, até não sobrar nada que permita ao país lançar-se a novos saltos rumo ao futuro.



Para terminar, a presidente da República diz que seu tutor é “um exemplo de estadista”. Sobre isso, não é preciso dizer muito. Basta lembrar que, neste instante, Luiz Inácio Lula da Silva está mergulhado até a alma em disputas eleitorais pelo Brasil “mordendo a canela” de adversários e exalando ódio a quem não lhe diz amém. Enquanto isso, Fernando Henrique dedica-se a apontar erros e elogiar eventuais acertos, buscando colaborar para a melhoria do país. A verdade muitas vezes é incômoda, mas nunca foi tão necessária quanto agora.







II- PT ESTÁ COLHENDO O QUE PLANTOU DURANTE UMA DÉCADA


Num artigo interessante de Mauro Pereira na secção Feira Livre do Blog de Augusto Nunes em Veja, se vislumbra a realidade do que o PT conseguiu neste tempo em que está no poder muita coisa ruim escondida pelo véu da publicidade governamental que hoje está se mostrando por inteiro, basta que o povo esteja atento e verá as verdades que não são ditas pelos petistas e seu líder Lula o Mentiroso. Leiam;

Juarez Capaverde




04/09/2012 às 17:50 \ Feira Livre


 ‘Já não parece distante a época da colheita das tempestades que o PT semeou durante uma década inteira’
                          
                          


MAURO PEREIRA



Desde que acampou no Palácio do Planalto em 1° de janeiro de 2003, o PT faz o que pode e o que não deve para se perpetuar no poder e transformar Luiz Inácio Lula da Silva no maior democrata da história da humanidade e num estadista que o mundo jamais sonhou existir. Para alcançar esses objetivos, jamais se envergonhou de ter perdido a vergonha.



Nessa saga absolutista iniciada há dez anos, o PT não se importou em macular seu passado ao descompromissar-se com a ética, afastar-se da verdade, transgredir os limites da moralidade e deixar ao longo do caminho um rastro imenso de sórdida corrupção. Usou de todos os artifícios, quase sempre ilícitos, para ludibriar os incautos.



Abusou de artimanhas desonestas para conseguir  um certificado de honestidade e mostrou sua face mais perversa quando, em nome da redenção da miséria, subjugou os miseráveis. Desnudou-se por inteiro ao celebrar a promiscuidade, aliando-se ao que havia de pior no submundo da política. Agigantou-se na pequenês odiando seus inimigos viscerais.



Deslumbrados com a popularidade, tão estupenda quanto fictícia, de seu maior líder, petistas e agregados se deixaram levar pelo ego superdimensionado e passaram a acreditar que sob a proteção de Lula podiam pairar, atrevidos, acima da lei. Contaminados pela soberba, deixaram de lado a prudência e não demonstraram nenhum temor ao ridicularizar a Justiça, subestimar os ministros do STF e desqualificar o Procurador Geral da República.



Tripudiaram sobre nossa inteligência quando conduziram à presidência da Comissão de Constituição e Justiça um dos denunciados pelo Ministério Público como participante da quadrilha do mensalão. Não hesitaram em humilhar-nos outorgando honrarias a mensaleiros. Insatisfeitos com o conjunto da obra, atingiram o êxtase ao tentarem relegar-nos à condição de analfabetos honoris causa.



Certos de que realmente eram intocáveis, abdicaram do  bom senso, mandaram a cautela às favas e reduziram o governo federal a um celeiro inesgotável de escândalos. Mas as nuvens da ventura nas quais planavam arrogantes e absolutos repentinamente começaram a escurecer, anunciando a aproximação da colheita farta de tempestades que semearam durante uma década inteira. Os  incautos já não se mostravam tão cordatos. O certificado de honestidade foi considerado falso pelo STF. Os miseráveis não escondem mais o incômodo do jugo remunerado. Os inimigos íntimos já se preparam para abandonar o barco a tempo de escapar do naufrágio. Não restará nem a promiscuidade.



“Os desatinos que vêm assolando nosso país há praticamente nove anos, infelizmente, demandarão o esforço de gerações para recolocá-lo nos trilhos do desenvolvimento”, escrevi há algum tempo. “No entanto, apesar de todos os percalços, haveremos de ver triunfar a lisura e a retidão. Ainda que tardia, despida da toga servil maculada pela gratidão irrestrita, a história se incumbirá de fazer justiça a esses vendilhões da pátria. É só uma questão de tempo”. Hoje, esse tempo não está tão distante quanto me parecia em 2010.



III- PT SE INSURGE CONTRA A VERDADE DO MENSALÃO E AGRIDE O JUDICIÁRIO COM AMEAÇAS



Mais uma vez se constata que o PT é um ninho de cobras, mesmo com todas as provas citadas pelos Ministros do Supremo ao condenar os participantes do mensalão, que existiu e está sendo provado, seu Presidente Nacional o Sr. Ruy (abutre) Falcão agora ameaçou o Judiciário e o povo honesto brasileiro por estar suas mentiras sendo mostradas a população no julgamento que ora está se realizando. É muita soberba e despudor desta cambada com as leis existentes neste país que para eles não servem quando são usadas na íntegra de seus textos, tal como o Chefe de Quadrilha José Dirceu ameaçou em recente "lorota" dita num seminário da UNE, agora vem o Sr. Ruy fazer o mesmo num discurso para a troca de seu corrupto (já provado) partidário o Sr. João Paulo Cunha na legenda da eleição para a prefeitura de Osasco, estão tentando com esta falação desviar a verdade dos fatos, seu indicado para concorrer foi julgado e condenado por corrupção então cria-se a cortina de fumaça a qual estão habituados para tentar esconder suas lambanças, este é o PT o partido liderado pelo maior enganador e estelionatário  da história "deste país" desde seu descobrimento, Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, ou Lula o Mentiroso, Chantagista, Megalomaníaco e muitos adjetivos mais que ele merece. Leiam;

Juarez Capaverde





MENSALÃO: presidente do PT perde as estribeiras e ofende o Supremo Tribunal Federal e o Judiciário em geral em comício em Osasco. Será que vai ficar por isso mesmo?



O comício em Osasco no qual Falcão (que não aparece na foto) considerou o Judiciário um instrumento da oposição "suja e reacionária" (Foto: Renato Silvestre / Folhapress)



O presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão, foi durante muitos anos um jornalista sereno e afável, que, durante largo período, dirigiu uma revista voltada para os negócios, os lucros e as vantagens do capitalismo – a revista EXAME, da Editora Abril.



Sua transformação em político profissional, porém, fez surgir um outro Falcão – e este outro Falcão, que vem seguidamente acometendo atropelos à lógica, ao bom senso e aos fatos, ultrapassou mais uma barreira ontem à noite, ofendendo o Supremo Tribunal Federal ao incluí-lo entre a oposição “conservadora, suja e reacionária” que pretenderia, supostamente, “destruir” o PT – tudo isso pela condenação, por parte do tribunal, do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro.



Indo mais longe em seu delírio, segundo relato publicado hoje no jornal O Estado de S. Paulo, Falcão considerou ter havido um “golpe” da oposição e da “mídia”, durante discurso proferido na noite de ontem em Osasco (SP), no ato de lançamento do substituto de João Paulo na disputa pela prefeitura da cidade – o ex-secretário municipal de Governo Jorge Lapas (PT). E avisou: “Não mexam com o PT, porque quando o PT é provocado, ele cresce, reage.”



“Um golpe grande, que faz parte de uma ação daqueles que foram derrotados nas urnas três vezes seguidas na Presidência da República, mas insistem em querer nos derrubar e nos destruir”, disse, tudo isso porque setores de oposição ao lulo-petismo supostamente não aceitam as políticas implantadas pelos governos de Lula e da presidente Dilma Rousseff e, assim,”lançam mão de instrumentos de poder que ainda dispõem: a mídia conservadora e o judiciário”.



Ou seja, o Judiciário, Supremo incluído, é um “instrumento de poder” da oposição. Pura e simplesmente.



“Essa elite suja, reacionária não tolera que um operário tenha mudado o País, que uma mulher dê continuidade a esse projeto, mostrando que o preconceito que atingia as mulheres não sobrevive mais”.



Falcão não conseguiu, até porque seria muito difícil, apontar um único exemplo de manifestação de dirigentes ou integrantes da oposição ou de qualquer outro setor significativo da vida nacional que haja de alguma forma manifestado qualquer preconceito contra a presidente Dilma por sua condição de mulher.



Na verdade, nem sei porque estranho as manifestações da falcoaria petista, uma vez que, entre muitas outras asneiras proferidas pelo presidente do partido que está envolvido até o pescoço no mensalão, confira esta, de abril passado — em que solenemente recitou na TV os seguintes absurdos — no caso, sobre a CPI do Cachoeira:


                      


Falcão falando na TV em abril: o mensalão, apurado pela Polícia Federal, denunciado pelo Ministério Público e, agora, tendo seus participantes julgados e condenados pelo Supremo foi uma "farsa" (Foto: veja.abril.com.br)



“As bancadas do PT na Câmara e no Senado defendem uma CPI para apurar esse escândalo dos autores da farsa do mensalão. É preciso que a sociedade organizada, as centrais sindicais, os movimentos populares, os partidos políticos comprometidos com a luta contra a corrupção, como é o caso do PT, se mobilizem para impedir a operação-abafa e para desvendar todo o esquema montado por esses criminosos, falsos moralistas, que se diziam defensores da moral e dos bons costumes”.



A “FARSA” do mensalão é a mesma “FARSA” que está levando para a condenação à cadeia de figurões do partido e até de banqueiros.



Mas, se Falcão considera que o Supremo é parte de uma oposição “conservadora, suja e reacionária”, nada há de incoerente em suas declarações.



Se bem que o presidente do PT, que agora espuma pela boca de ódio e profere barbaridades à vontade, parece estar necessitado de ajuda profissional.



Caso o procurador-geral da República o denuncie por ofender a mais alta corte do país, certamente Falcão verá confirmada sua teoria — e acabará incluindo o chefe do Ministério Público na oposição “suja”.








FRASE DO DIA

"A presidência da República não muda quem você é. Revela quem você é."

                   


Michelle Obama, a primeira-dama dos Estados Unidos






A Sra. Obama disse em poucas palavras a verdade daqueles que se consideram super-homens mesmo antes de estarem no poder, caso típico do Sr. Lula o Mentiroso que revelou-se por inteiro quando na Presidência deste nosso país.

Juarez Capaverde




Até amanhã


                               


As fotos inseridas nos textos o foram pelo blogueiro. Juarez Capaverde