sexta-feira, 27 de abril de 2012

PT NÃO QUER INVESTIGAR A DELTA - O CONTRÁRIO EM SÃO PAULO PORQUE? - NOVAS PROPINAS PARA AGNELO DO DF - MORDAÇA NO JUDICIÁRIO -


Bom dia, BRASILIA PT NÃO QUER QUE CPI INVESTIGUE A DELTA, esta manchete saiu na Folha, os petistas estão temerosos com as conseqüências do que ajudaram a criar, agora tentam de todas as maneiras emperrar o andamento da CPI, sabem é lógico, que muita sujeira vai sair debaixo do tapete patrocinado por membros do partido, por este motivo querem desligar a Delta das investigações, é um partido sujo e cheio de maquinações diabólicas contra seus opositores, este é o PT, leiam mais adiante outra deles, dois pesos e duas medidas. Leiam;
PETISTAS QUEREM INVESTIGAR OBRAS DE SPAULO – Seria hilário não fosse um assunto tão sério, em Brasília não querem que se toque na Delta para não mostrar as sujeiras e corrupção de seus integrantes, em São Paulo governado por partido da oposição, querem justamente o contrário, investiguem, investiguem dizem aos gritos, eles são corruptos, membros do governo paulista tem que pagar por sua corrupção, são assuntos que saem em mídias separadas muitas vezes e se não lidas podem parecer assuntos desassociados, é mesmo uma patifaria deste partido que se arrasta como cobra e age com abutre. Leiam;
DISTRITO FEDERAL-AGNELO-PT-  Ontem o senhor Ruy Falcão veio à mídia ser solidário com seu governador Agnelo Queiroz, defendendo-o de maneira feroz, dando a entender que a oposição estava querendo imputar ao mesmo desvios e corrupção em seu governo, tudo falso, inventado pela mídia e pelos partidos de oposição, corrupto era o Sr. Perillo governador de Goiás da oposição, o Agnelo é um santo de candura, honrado, honesto e do PT, o partido da ética e da honestidade acima de tudo, partido que só quer a melhoria do povo brasileiro que esteve tanto tempo sob o jugo do imperialismo americano (sic) comandado pela direita, que não deu chance a este povo oprimido de crescer e ter uma democracia de fato aberta e para o seu bem. Leiam;
MORDAÇA NO JUDICIÁRIO- São uns cretinos estes petistas, já tentaram e continuam tentando colocar uma mordaça na imprensa livre que expõe seus pobres ao povo brasileiro, agora querem também amordaçar o Judiciário, como escrevi ontem é um acinte a inteligência do povo brasileiro a justificativa dada pelo Deputado petista Sr. Nazareno Fonteles, hoje, transcrevo um artigo do Sr. Professor e Historiador Marco Antonio Villa que nos dá a real importância dos poderes serem independentes, se o Judiciário hoje está na pauta diária, isto ocorre por que os nossos Legisladores não fazem seu trabalho de forma correta, afrontando a Lei maior que é a Constituição, levando com isto a interferência do poder judiciário para por as coisas no seu devido lugar, se Legisladores como este senhor Nazareno fizessem o “dever de casa” não haveria a interferência tão contestada, bastaria para isto serem claros e seguirem a Constituição no que legislarem. Leiam;


I-

PT não quer que CPI investigue a Delta e se concentre só em Cachoeira


Na Folha:

Em reunião ontem no Congresso, o PT decidiu que, a depender da sigla, o foco da investigação da CPI do Cachoeira se restringirá à “organização criminosa” do empresário Carlos Augusto Ramos. Com isso, os petistas querem tirar da mira pessoas citadas lateralmente nas investigações e centralizar as apurações da comissão no que a Polícia Federal já mostrou. Em relação à construtora Delta, maior recebedora de recursos federais desde 2007, a orientação é evitar que a empresa vire foco -que deve recair sobre seus funcionários com participação no esquema de Cachoeira.


Sobre parlamentares, se novos indícios surgirem, eles deverão ser reunidos em relatório a ser enviado para os órgãos competentes, concluiu a sigla. “Vamos evitar generalizações, convocações e condenações precipitadas”, afirma o deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Outra resolução foi a de não permitir a criação de subrelatorias na comissão -que poderiam acabar sob controle da oposição. E as principais decisões do relator Odair Cunha (PT-MG) deverão ser referendadas pelo PT.
(…)


 II-

Petistas querem investigar obras de SP

A bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo quer investigação sobre os contratos da Delta Construções com o governo estadual. Em requerimento protocolado no Ministério Público, nesta quinta, três deputados da sigla - João Paulo Rillo, Adriano Diogo e Enio Tatto - apontam que obra executada pela empreiteira teve aumento de 75% sobre o valor inicial.
                                                        
Já está em curso na Promotoria do Patrimônio Público e Social da Capital - braço do Ministério Público que investiga improbidade - um procedimento sobre a obra.

O PT sustenta existência de 'possíveis irregularidades e ilegalidade' em contratos formalizados pelo consórcio Nova Tietê, integrado inclusive pela Delta, alvo da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.

O diretor da Delta para a Região Sudeste, Heraldo Puccini Neto, está foragido - a Justiça em Brasília decretou sua prisão preventiva por envolvimento em suposto esquema de fraude em licitações na área de transporte público do Distrito Federal.

O PT suspeita que o contraventor Carlos Cachoeira é sócio oculto da Delta. Os parlamentares citam reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, que revelou que o custo da Nova Marginal ficou em R$ 1,75 bilhão - 75% acima do estimado no primeiro orçamento, em 2008.

Segundo a representação, seria possível construir 300 escolas ou 7 hospitais de 200 leitos cada com os R$ 750 milhões extras que já foram gastos com a avenida. 'Vale ressaltar que, até agora, a obra está incompleta.'


Os deputados ressaltam que outros órgãos públicos do Estado mantêm contratos com a Delta. No período de 2002 a 2012, assinala o requerimento da bancada do PT, a Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), o Departamento de Estradas e Rodagem (DER), o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) fecharam contratos com a Delta que somam cerca de R$ 800 milhões, em valores não corrigidos.

Segundo os deputados, a maior parte desse volume de recursos, R$ 664 milhões, foi celebrada na gestão do ex-governador José Serra e outros R$ 140 milhões, na gestão Geraldo Alckmin (PSDB). 'Diante desses fatos, os deputados solicitam que se apurem os indícios de atos de improbidade', diz a representação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 III-

Esquema de Cachoeira no DF envolveu propinas de R$ 300 miL

          

                                         AGNELO QUEIROZ- GOVERNADOR

Contraventor negociava o controle do sistema de bilhetagem eletrônica de Departamento de Trânsito que rende cerca de R$ 6 milhões por ano


26 de abril de 2012 | 19h 04

Alfredo Junqueira e Fábio Fabrini
O esquema montado pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, para tentar controlar o sistema de bilhetagem eletrônica do Departamento de Transportes Urbanos do Distrito Federal (DFTrans) envolveu negociações de propinas no valor de R$ 300 mil a servidores e reuniões com o secretário de Estado de Transportes, José Walter Vazquez Filho.

Gravações telefônicas feitas pela Polícia Federal no dia 07 de julho do ano passado mostram que o contraventor combinou com o então diretor da Delta Construções no Centro-Oeste, Cláudio Abreu, o pagamento de "uma ajuda financeira" para Valdir Reis, assessor da Secretaria de Planejamento do Distrito Federal na época.


Segundo Cachoeira, o secretário de transporte do Distrito Federal "gosta muito" de Reis e vai deixar sob sua responsabilidade "esse negócio aí da bilhetagem". O contraventor referia-se ao sistema de bilhetagem eletrônica da DFTrans, que rende cerca de R$ 6 milhões por ano e que passaria por uma licitação dirigida para favorecer uma empresa ligada à empreiteira.


"Ele (Valdir) pediu 300 mil. Mas nós temos que dar um dinheirinho para ele, porque o Zé Valter gosta muito dele, e vai deixar na mão dele esse negócio aí da bilhetagem aí, entendeu?", explica Cachoeira ao diretor da Delta.


Abreu e Reis foram presos na quarta-feira, durante a Operação Saint-Michel promovida pela Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal. Trata-se de um dos desdobramentos da Operação Monte Carlo da PF, que, em fevereiro, prendeu Cachoeira e revelou um esquema de desvio de recursos públicos e financiamento de campanhas eleitorais capitaneado pela Delta.


Em outro registro feito pela PF em 31 de dezembro de 2010, uma conversa entre Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, araponga e braço direito de Cachoeira, e um homem não identificado revela um pouco as expectativas dos auxiliares do contraventor com a DFTrans. O interlocutor de Dadá diz que quer se aposentar e que vai procurar um deputado para auxiliá-lo.


"Vou querer uma boquinha numa quebrada dessas, um DFTRANS desses da vida aí. Pra roubar igual igual a um filho de uma p..., tomar dinheiro desses cornos até não poder mais", diz o homem para Dadá.

Outro lado. O secretário José Walter Vazquez Filho disse acreditar que há "uma pessoa aí usando o meu nome para vender facilidades". Segundo ele, Valdir realmente o procurou em "julho ou agosto do ano passado" para apresentar uma empresa que trabalhava com bilhetagem eletrônica, mas que, por questões de agenda, os dois encontros marcados foram cancelados.


"Recebi várias outras empresas, mas nunca a que Valdir queria me apresentar", contou o secretário. Ele disse ainda que não teve encontros com Cachoeira e nem com Gleyb Ferreira da Cruz, apontado como braço financeiro da quadrilha do contraventor. "Tenho 38 anos de serviço público em todos os cargos que você pode imaginar e nunca levei uma multa de tribunal de contas", disse José Walter. O secretário também afirmou ter ficado surpreso com a prisão de Valdir, de "quem gosto e até recomendo. Fiquei surpreso com a sua prisão assim como o Brasil deve ter ficado ao saber do envolvimento do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) com toda essa história".


 IV-

Congresso exagera no remédio contra ativismo judicial

 

Propostas de Emenda à Constituição em discussão na Câmara dos Deputados tentam esvaziar atuação do Supremo Tribunal Federal. Reação de parlamentares é até legítima, mas um erro não justifica o outro

Valmar Hupsel Filho

"Parece que os poderes não sabem suas atribuições constitucionais. Isso é descabido"
Marco Antonio Villa, historiador e professor da UFSCar

Se pusesse os olhos no sistema político brasileiro, o filósofo e pensador iluminista francês Charles de Montesquieu talvez desistisse da sua mais famosa teoria, refletida na estrutura da maior parte das democracias modernas. Presente na obra O Espírito das Leis, de 1749, a teoria da separação de poderes defende a formação do estado com três esferas independentes e harmônicas. Cabe ao Legislativo a elaboração das leis, o julgamento ao Judiciário e a execução ao Executivo. Na teoria, a democracia brasileira segue estes preceitos. Na prática, o que se vê são poderes pisando nos calcanhares um do outro.

A mais recente iniciativa partiu da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Por unanimidade, os integrantes da comissão surpreenderam o meio jurídico ao confirmar, na última quarta-feira, a admissibilidade de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que, se aprovada em plenário, dará ao Legislativo o poder de sustar atos normativos dos outros poderes (leia-se Judiciário). Em outras palavras, se estivesse valendo, a PEC permitiria ao Congresso suspender decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), como a liberação de abortos para fetos anencéfalos ou a liberação de união civil de casais homossexuais. 

"No caso do aborto ou da união homoafetiva, não existe lei. É preciso questionar democraticamente quando isso acontece. O Congresso tem que anular a decisão do Judiciário para o bem da democracia", argumenta o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), autor da PEC. Empolgado com a aprovação unânime de sua proposta na CCJ, o parlamentar já prepara uma nova investida com o mesmo objetivo: restringir as atribuições do Judiciário. Tramita na mesma comissão outra PEC, também de sua autoria, que propõe aumentar a quantidade mínima de votos de magistrados para declarar uma lei inconstitucional, condicionar o efeito vinculante de súmulas aprovadas pelo STF à aprovação pelo Poder Legislativo e submeter ao Congresso Nacional a decisão sobre a inconstitucionalidade de Emendas à Constituição.
                                            DEPUTADO NAZARENO- PT
A reação dos parlamentares se explica. O Judiciário tem, de fato, promulgado sentenças nas quais, de certa forma, se põe no lugar do Legislativo. Os episódios citados acima são dois exemplos. Tanto no caso da permissão de abortos de fetos anencéfalos quanto na liberação da união civil para homossexuais, os ministros do Supremo, mais do que apenas interpretar a Constituição ou cobrir uma lacuna que punha em risco a integridade do ordenamento jurídico, criaram novas figuras legais: uma terceira hipótese para permitir o aborto, não prevista no Código Penal, e a união estável entre casais do mesmo sexo. Mas, se os parlamentares estão corretos em seu diagnóstico, exageram no remédio - e põem em risco todo o jogo das instituições.

Vingança - Na opinião do historiador e professor de Ciências Sociais da Universidade de São Carlos (UFSCar) Marco Antonio Villa, a democracia se constrói por meio de uma relação harmônica entre os poderes e não com uma espécie de vingança de um poder contra o outro. Ele considera "extremamente problemática" a aprovação da PEC na comissão. "Não acredito que isso passe", diz. A PEC ainda precisa passar por uma comissão especial antes de ser apreciada em plenário.  "Este é um problema do país", afirma o historiador, autor de um livro sobre as Constituições brasileiras. "Parece que os poderes não sabem suas atribuições constitucionais. Isso é descabido. Sabemos muito bem onde poderemos chegar com isso".  

Professor-assistente do departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), Rafael Neves considera que o Poder Legislativo não precisa lançar mão desse artifício. "Se eles não estão de acordo com uma decisão, podem discutir e elaborar novas leis. A criação de um poder de veto poderia ter efeitos colaterais muito ruins, como causar uma politização das decisões judiciais", diz Neves, classificando como uma "interferência indevida" a tentativa de se criar, no âmbito do Legislativo, o poder de se vetarem decisões do Judiciário. 

"É claro que estes poderes estão entrelaçados e podem atuar, em certa medida, no âmbito um dos outros", observa o advogado Paulo Muanis do Amaral Rocha, sócio do escritório Amaral Rocha Advogados. "Embora a essência do Judiciário não seja formular leis, é permitido a ele criar súmulas que acabam por regular o estado democrático de direito. Assim como o Executivo legisla por medidas provisórias. O que não pode ocorrer, entretanto, é uma enorme disparidade de funções como aconteceu no caso da união estável entre pessoas do mesmo sexo ou como propõe essa PEC". Para Amaral Rocha, em casos como esses, a sociedade é a maior prejudicada: "Um dos alicerces da democracia é justamente a tripartição do poder", argumenta. "Caso este alicerce seja rompido, a democracia também poderá sofrer rupturas".

O vice-presidente de Assuntos Legislativos da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Diógenes Ribeiro, argumenta que a proposta de Fonteles viola preceitos constitucionais. Com a PEC, diz ele, o princípio da separação dos poderes seria atingido, uma vez que poderia haver a invasão das competências administrativas e financeiras do Poder Judiciário por ato do Legislativo, "um poder essencialmente político". E ele reage: "A regulamentação administrativa e financeira dos tribunais não pode ficar submetida à vontade do Poder Legislativo. Na remota hipótese de essa medida ser aprovada pelo Congresso Nacional, certamente nós da AMB proporemos uma Ação Declaratória de Inconstitucionalidade."

A palavra final, nesse caso, caberá ao Supremo.  

Voltei
O Deputado está criando um problema que vai em desacordo com a Constituição, e, se passar esta proposta absurda quem terá que resolver o impasse será o judiciário (o Deputado não sabe disto?), este é um dos Legisladores que temos presentes no Congresso nacional, uma turma de incompetentes que lá estão só para ganhar fortunas e legislar em proveito próprio, culpa nossa, culpa do povo que ainda não aprendeu a votar com consciência infelizmente, como disse Pelé certa vez: O brasileiro não sabe votar! Riram dele, achincalharam de todas as maneiras, agora se vê que ele estava corretíssimo em sua simplicidade. Ou como disse o General João Batista Figueiredo: Um povo que não sabe nem escovar os dentes não está preparado para votar.

Até amanhã. 




quinta-feira, 26 de abril de 2012

PLANALTO MANDA NA CPI DO CACHOEIRA - DESMANCHE DA DELTA (?) - AGNELO QUEIROZ APERTA PT PARA VIR EM SUA DEFESA - NOVA VENEZUELA? DEPUTADO QUER ACABAR COM DECISÃO DO STF


Bom dia, transcrevo abaixo reportagem do Estadão cujo título não deixa dúvidas sobre o que será a CPI do Cachoeira: A CPI QUE O PLANALTO QUER. Parece-me que tudo que já comentei aqui está se concretizando nas atitudes e palavras do senhor relator da CPMI, deputado Odair Cunha, que nem bem começaram os trabalhos já impôs uma série de obstáculos aos interesses de todos, por suas palavras afirmando que não se trata de nenhuma investigação que “vá pra cima do Planalto ou de qualquer membro do governo”! Como pode se explicar tais palavras se nas gravações já apareceram conversas de aliados do Sr. Cachoeira com membros atuantes no palácio do governo? Esta será mais uma enorme pizza feita nos bastidores do congresso, o senhor relator estará apoiado por quase 70% dos membros participantes da CPI o que tornará inviável qualquer convocação para depoimentos de pessoas que possam trazer “perigo” para o governo. Este é o Brasil do PT, uma sujeira imensa. Leiam;
DELTA- Estranho, muito estranho, a Delta afastou até seu Presidente (sic) e está tentando limpar seu nome empresarial, então só quem sabia da corrupção era o Sr. Fernando Cavendich? Todo seu staf de executivos membros da diretoria e participantes do dia a dia da empresa não sabiam de nada? Este é Lula ao avesso, só ele sabia, orientação de quem? Claro de nada mais nada menos que do Sr. Zé Chefe de Quadrilha Dirceu, lerão abaixo que o escritório de advocacia contratado para defender a Delta é o mesmo que cuida do Sr. Dirceu na defesa de sua participação no mensalão, e sabem quem é o advogado do Sr. Cachoeira, Sr. Marcio Tomaz Bastos, ex-Ministro da Justiça de Lula, é de fato um acinte ao povo brasileiro. Leiam;
AGNELO QUEIRÓZ- O governador petista do Distrito Federal que está envolvido até o pescoço com o Sr. Cachoeira deve ter mandado aviso ao núcleo dirigente do PT que o estavam deixando sem respaldo, repentinamente o Sr. Ruy Falcão tornou-se defensor de “carteirinha” de Agnelo apesar de todas as evidências contra ele, agora vem à mídia e dizem que não há nada contra o governador, custaram para se pronunciar não acham! Leiam;
JUSTIÇA – STF – Esta é uma notícia assustadora, e não poderia ter partido de ninguém menos que de um Deputado Petista, Nazareno Fonteles, aproveitando-se da repercussão do caso julgado pelo STF sobre fetos anencéfalos, juntou-se aos congressistas católicos e evangélicos na Câmara e encaminhou proposta que já foi aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) deixando claro que decisões poderiam ser anuladas pelo congresso se no entender deste a decisão na justiça suprema fosse contrária a interesses públicos! (O texto considera de competência de o Congresso sustar "atos normativos dos outros poderes que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa".) Este é o caminho mais próximo à ditadura que o PT quer impor ao Brasil, nos moldes da Venezuela de Chavez, o Judiciário seria mera formalidade, já que dependendo do legislador se não fosse de seu agrado poderia a decisão ser anulada e tornada sem efeito. Leiam;
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A CPI que o Planalto quer

                                          LULA E DILMA
26 de abril de 2012 |
O Estado de S.Paulo

Mais do que os políticos de outros partidos, os petistas parecem ter uma curiosa propensão para queimar a língua, abrindo jogos que os seus próprios interesses aconselhariam a manter fechados. Há duas semanas, por exemplo, talvez por um misto de soberba e de servilismo para com o primeiro-companheiro Lula, o presidente do PT, Rui Falcão, proclamou que a agremiação pretendia usar a chamada CPI do Cachoeira, ainda em gestação, para apurar "esse escândalo dos autores da farsa do mensalão". A revelação desmascarou a gana de Lula para que a investigação fosse conduzida de maneira tal a fabricar um nexo entre o contraventor, o araponga Dadá que trabalha para ele, o governador tucano Marconi Perillo, o senador então demista Demóstenes Torres, ambos goianos, e órgãos de mídia.

Perillo incorreu na ira eterna de Lula ao tornar público que o alertara para o esquema de compra de votos de deputados em benefício do governo, antes da irrupção do escândalo do qual alegava não ter conhecimento. Já o araponga, presumivelmente em conluio com o seu chefe, que tinha pontes com Perillo e relações estreitas com Demóstenes, municiou reportagens inconvenientes para a cúpula petista. Por último, ninguém superou Demóstenes no Senado como crítico contundente dos governos do PT. Eram motivos de sobra, portanto, para o confessado propósito de desfigurar em seu favor a agenda da comissão mista do Congresso, ainda mais se os seus trabalhos viessem a coincidir com o início do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, esperado para os próximos meses.

O anúncio da armação há de ter influído na prudente atitude do PMDB de se distanciar da "CPI do PT" - cuja criação o presidente do Senado, José Sarney, considerou de saída coisa de "irresponsáveis". Anteontem, ele previu "algum tempo de muitas revelações e muitas turbulências". Prova do desinteresse peemedebista foi a indicação de deputados e senadores de limitada densidade para as cinco vagas que lhe cabiam entre os 32 membros titulares da comissão, a exemplo do seu presidente, o senador de primeiro mandato pela Paraíba Vital do Rêgo. Mas o presidente do PT não seria o único a mostrar precipitadamente a mão. O companheiro Odair Cunha, deputado por Minas Gerais no seu terceiro mandato e vice-líder da bancada petista, acaba de imitá-lo, embora ninguém possa acusá-lo de fazer parte da enfraquecida conspiração lulista para sequestrar a CPI.
                                   DEPUTADO ODAIR CUNHA - PT
Mas, escolhido relator da comissão - o seu cargo mais importante -, no que é tido como uma vitória da presidente Dilma Rousseff numa disputa surda com o antecessor, que preferia o paulista Cândido Vaccarezza, Cunha, de 35 anos, teria sido mais esperto se dissesse uma platitude qualquer sobre o alcance do inquérito depender dos fatos a serem apurados, ressalvando, como ressalvou, que não haverá nenhuma "caça às bruxas". Em vez disso, escancarou a determinação da presidente de controlar a CPI para delimitar o seu foco à oposição, ao declarar que "não se trata de uma investigação que necessariamente vá para cima do Planalto ou qualquer membro do governo". Não é bem assim.

Se, como ressalta, o essencial é "o fato determinado" que deu origem ao inquérito - ou seja, as relações de Cachoeira com políticos e servidores públicos, desvendadas pelas Operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal -, ele teria de admitir, necessariamente, que uma dessas ligações a examinar envolve o subchefe de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais do Planalto, o petista goiano Olavo Noleto. Há registro de conversa telefônica entre ele e o operador político de Cachoeira, Wladimir Garcês, ex-presidente da Câmara Municipal de Goiânia, preso junto com o contraventor. E quando a investigação se voltar para os vínculos entre Cachoeira e a Delta - afinal, a CPI mira os seus elos com "agentes públicos e privados" - terá necessariamente de apurar eventuais malfeitos por trás da proeminência da empreiteira na execução do PAC. Ou ainda a alegação do ex-diretor do Dnit Luiz Antonio Pagot de que perdeu o cargo por uma urdidura de Cachoeira no Planalto, depois de contrariar interesses da Delta no setor de Transportes. Ele não vê a hora de depor.

II-



Delta vai saindo do caminho sem dar um pio. Ou: Jabuti sobe em árvore?

 

Algo de muito estranho está em curso. Há jabutis demais sobre as árvores para que consideremos tudo normal. Até outro dia, não se ouvia falar da Delta e de Fernando Cavendish. Foi VEJA quem tirou a construtora de seu espantosamente bem-sucedido ostracismo noticioso em reportagem que começou a chegar aos leitores no dia 7 de maio do ano passado. O texto informava então o vertiginoso crescimento da empresa. De empreendimento modesto, chegou, durante o lulo-petismo, à condição de Número Um do PAC. Entre uma coisa e outra, a Delta teve um consultor. Seu nome: José Dirceu.
                              JOSÉ DIRCEU- CONSULTOR-CHEFE DE QUADRILHA
Em entrevista à revista concedida então, os empresários José Augusto Quintella Freire e Romênio Marcelino Machado, que chegaram a ser sócios de Cavendish em outro negócio, não economizaram palavras. Indagados sobre o objetivo da consultoria prestada por aquele que a Procuradoria Geral da República chama “chefe de quadrilha”, foram claros:
“Tráfico de influência. Com certeza, é tráfico de influência. O trabalho era aproximar o Fernando Cavendish de pessoas influentes do governo do PT. Isso, é óbvio, com o objetivo de viabilizar a realização de negócios entre a empresa e o governo federal.”


E como Dirceu foi contratado? Justamente por intermédio da empresa de que eram sócios, a Sigma:


“A contratação foi feita por debaixo do pano, através da nossa empresa, sem o nosso conhecimento. Um dia apareceram notas fiscais de prestação de serviços da JD Consultoria. Como na ocasião não sabia do que se tratava, eu me recusei a autorizar o pagamento, o que acabou sendo feito por ordem do Cavendish.”

Prestem, agora, atenção, às considerações feitas por eles sobre duas obras nas quais a Delta estava envolvida:

Sobre a Petrobras, afirmou Quintella:

“A Delta começou a receber convites de estatais para realizar obras sem ter a capacidade técnica para isso. A Petrobras é um exemplo. No Rio de Janeiro, a Delta integra um consórcio que está construindo o complexo petroquímico de Itaboraí, uma obra gigantesca. A empresa não tem histórico na área de óleo e gás, o que é uma exigência Ainda assim, conseguiu integrar o consórcio. Como? Influência política.”
Sobre o Maracanã, afirmou Romênio;

“O caso da reforma do Maracanã é outro exemplo. A Delta está no consórcio que venceu a licitação por 705 milhões. A obra mal começou e já teve o preço elevado para mais de l bilhão de reais. Isso é uma vergonha. O TCU questionou a lisura do processo de licitação. E quem veio a público fazer a defesa da obra? O governador Sérgio Cabral. O Cavendish é amigo último do Sérgio Cabral. A promiscuidade é total.”

A construtora — ou, mais propriamente, Cavendish — voltou a ser notícia quando um acidente de helicóptero na Bahia matou sete pessoas, entre eles, a mulher de Cavendish e a nora de Cabral. O governador integrava um grupo que iria comemorar o aniversário do empresário num resort. Veio à luz, então, a espantosa proximidade da Delta com o governo do Rio. Muito bem!

O caso Cachoeira começou a vir à luz em reportagem da VEJA,  que começou a chegar aos leitores no dia 3 de março:
- a Delta já está fora das obras do Maracanã;
- a Delta já está fora das obras da Petrobras;
- Fernando Cavendish agora se afasta da empresa;
- a Corregedoria Geral da União abre processo para eventualmente declarar a sua inidoneidade - tinha motivos para fazê-lo desde 2010.

Algo estranho…

Parece-me que a ordem dos eventos indica que uma maneira de “salvar” a Delta é desmontar a Delta o mais rapidamente possível. Não estou fazendo uma afirmação, mas apenas uma consideração: Fernando Cavendish atua como se fosse uma espécie de testa de ferro que obedecesse a um comando. É visível o esforço empreendido para tirar logo a empresa do caminho — e ela sai, sem oferecer nenhuma resistência. Ele próprio deixa claro que não quer ser empecilho. A quem ou quê?

Para o bem geral da nação, se a CPI quisesse mesmo prestar um serviço ao Brasil, teria de apurar a fundo as relações dessa empresa com o estado brasileiro e seu formidável crescimento nos últimos nove anos. Vai fazê-lo?

São tantas as obrigações da Delta com o PAC que não se descarte que um grupo de empresas, sob a supervisão oficial, assuma suas operações para “salvar empregos” e as honras da casa…




Eita mundo pequeno! Advogado de Cavendish, dono da Delta, é o mesmo que cuida da defesa de José Dirceu no mensalão

 

                                               JOSÉ LUIZ DE OLIVEIRA LIMA
É claro que é tudo coincidência. E como coincidências acontecem em certo mundo — ou mundinho!!! Fernando Cavendish, dono da Delta, já escolheu o escritório de advocacia que vai defendê-lo nesta fase difícil: é o “Oliveira Lima, Hungria, Dall’Acqua & Furrier Advogados”, liderado por José Luís de Oliveira Lima. Esse profissional tem vários clientes famosos. Um dele é justamente José Dirceu, que já foi “consultor” da… Delta! É quem cuida dos interesses do “chefe de quadrilha” (segundo a Procuradoria Geral da República) no processo do mensalão. Oliveira Lima, como se diz nos bastidores, é muito apreciado por algumas figuras públicas porque teria “penetração da mídia” — fala facilmente com alguns jornalistas. E isso, em alguns casos, pode ser um ativo importante.

Segundo informa o Estadão, a defesa de Cavendish já o alertou para o risco de que tenha a prisão preventiva decretada sob a justificativa de que, em liberdade, ele pode obstruir a investigação de irregularidades. Por isso, foi orientado a se afastar formalmente da direção da empresa.
Por Reinaldo Azevedo



III-



Agora, sim, tudo no lugar: Presidente do PT dá apoio integral ao governador do DF

                             RUY FALCÃO

Agora, sim, as coisas estão em seu devido lugar. Rui Falcão, presidente do PT, expressa apoio integral a Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal. Leiam o que informa Lúcio Vaz, na Folha Online:

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, manifestou nesta quarta-feira apoio do partido do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), após audiência realizada no Palácio do Buriti. “Não há indícios de comprometimento do governo e do governador Agnelo com esse delinquente”, afirmou, referindo-se ao empresário Carlos Augusto Cachoeira. Falcão disse que Agnelo “pegou um governo totalmente sucateado e minado pela corrupção. O governador vem tomando atitudes para colocar a casa em ordem. Por isso tem sido combatido. Não há crise política no governo do DF. Não temos nenhum temor de que essa investigação vá implicar o governador”. Ele negou que a direção nacional do PT teria abandonado Agnelo.
(…)

Por Reinaldo Azevedo


IV -

Deputados querem poder para mudar decisões do STF

                                         DEPUTADO NAZARENO FONTELES- PT

Bancadas evangélica e católica ajudam a aprovar texto na CCJ, a fim de combater ‘ativismo judiciário’ em questões como aborto


25 de abril de 2012 | 22h 41
Eduardo Bresciani, do estadão.com.br

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta quarta-feira, 25, proposta de emenda constitucional que permite ao Congresso sustar decisões do Judiciário. Nesta quinta-feira, 26, o Legislativo só pode mudar atos do Executivo. A proposição seguirá para uma comissão especial.

A polêmica proposta foi aprovada por unanimidade após uma articulação de deputados evangélicos e católicos. Para eles, a medida é uma resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal, que legalizou o aborto de fetos anencéfalos. Se a regra já estivesse em vigor, os parlamentares poderiam tentar reverter a permissão de interromper a gravidez nesses casos.

O texto considera de competência do Congresso sustar "atos normativos dos outros poderes que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa". Além de resoluções de tribunais e atos de conselhos, há deputados que acham ser possível sustar decisões do Supremo com repercussão geral e até súmulas vinculantes.

Autor da proposta, o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), argumenta que o Legislativo precisa ser o poder mais forte da República, por seu caráter representativo, e que decisões do Judiciário nos últimos anos têm ido além do que diz a Constituição.

"O Poder Judiciário - que não foi eleito, é nomeado - não tem legitimidade para legislar. É isso que desejamos restabelecer para fortalecer o Legislativo", alega Fonteles. "Aliás, fomos nós que fizemos a Constituição."

O relator da proposta na CCJ, Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS), destaca que a possibilidade em discussão não abrange julgamentos específicos dos tribunais, mas casos em que o Judiciário ultrapasse sua função ao determinar novas regras.

O coordenador da bancada evangélica, João Campos (PSDB-GO), diz que o objetivo é enfrentar o "ativismo judiciário". "Precisamos pôr um fim nesse governo de juízes. Isso já aconteceu na questão das algemas, da união estável de homossexuais, da fidelidade partidária, da definição dos números de vereadores e agora no aborto de anencéfalos."

Montesquieu. O líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), entende que a proposta viola a harmonia entre os Poderes. "Montesquieu deve estar se agitando na tumba", brincou, em referência ao teórico da separação dos poderes. Alencar avalia que a proposta pode prosperar, por causa do desejo da Casa de reagir a algumas posições do Judiciário. "Essa proposta é tão irracional e ilógica quanto popular e desejada aqui dentro. Vai virar discurso de valorização do Legislativo."

Apesar da aprovação por unanimidade na CCJ, o caminho para transformar a proposta em marco legal é longo. Depois da comissão especial, o texto precisa ser aprovado no plenário da Câmara em dois turnos, por 308 deputados. Depois, a proposta seguirá para o Senado.


Voltei,

Se leram a proposta do Deputado no texto acima, entenderão porque aqui sempre escrevi que o PT quer para o Brasil uma “Ditadura Democrática” como dizem eles, semelhante as democracias de Cuba, Venezuela, Irã, Coréia do Norte, se encaminhando os paises da América Latina todos para este modo de governança, viram o que fez estes dias a Argentina, o que faz sempre Hugo Chaves, Evo Morales entre outros bem intencionados governantes dos países da América Latina.

Até amanhã.


Ps.
Tenho que agradecer a vocês o fato deste modesto blog ter batido mais um recorde de acessos nos últimos dias, obrigado.



quarta-feira, 25 de abril de 2012

CPI DA VERGONHA - SERÁ QUE TESOUREIRO DO CACHOEIRA VAI PODER FALAR? - DIRETOR DELTA PRESO - LULA QUER VINGANÇA CONTRA OPOSIÇÃO


Bom dia, este país em que vivemos está uma vergonha, como poderão investigar algo tão sério como os enrredos da CPMI do Cachoeira com parte de integrantes que respondem a processos em andamento contra si, digam-me, como alguém nestas condições poderá acusar outrem estando também no rol de suspeitos em investigações com inquéritos tramitando na justiça. O partido a que pertencem são os maiores culpados por indicá-los, como se poderá confiar em partidos que detém entre seus pares gente suspeita de diversos delitos contra a ordem pública, alguns com confirmações esperando somente o julgamento, só no Brasil acontece destas coisas absurdas, como poderemos acreditar que vão de fato investigarem mal feitos e apontar culpados, como sempre disse o jornalista Boris Casoy, “TEMOS QUE PASSAR O BRASIL A LIMPO” expurgando da política estes maus elementos. Leiam;
TESOUREIRO DE CACHOEIRA QUER FALAR – Uma das notícias de hoje na mídia é que o tesoureiro do cachoeira, que está sendo procurado pela Policia Federal, se dispõe a falar na CPI, acreditam voces que ele seja convocado? Não tenho crença que isto aconteça, vão fazer de tudo é para calar a boca do cara que sabe muito dos negócios escusos do Cachoeira e pode colocar muita gente, inclusive do governo, em maus lençóis, já disse ontem o relator que não convocará ninguém enquanto não receber do STF os autos dos inquéritos, isto para dar tempo para a poeira baixar que é o que quer o PT e poder fazer algo para proteger os seus. Leiam;
DIRETOR DA DELTA PRESO -  Será que a PF vai dar as garantias necessárias para manter o Sr. Cláudio Abreu, arquivo vivo deste enrosco e que pode muito bem deixar muita gente deste governo corrupto com muitos problemas, inclusive gente instalada no Palácio do Planalto e suas imediações! Acredito que ainda não temos todas as instituições apodrecidas, porem, não esqueçamos que o Ministro da Justiça, o Sr. Cardoso é um petista de “quatro costados” e é o cara que manda na PF, o Sr. Cardoso é participante e muito ligado a alta cúpula petista e ao Sr. Lula que quer de todas as maneiras atingir somente membros da oposição (?), o que pode acontecer com o Sr. Cláudio preso é uma pergunta a se fazer, sabe-se que pressões virão e muitas contra ele, vamos aguardar. Leiam;
LULA O VINGATIVO SEM CARÁTER – Sabe-se por todos os noticiários que o Megalomaníaco Lula da Silva quer vingança, e esta CPI é a oportunidade que esperava já que atingirá também membros da oposição, alem disto é um modo de desvirtuar o julgamento do Mensalão a maior roubalheira que já se viu neste país dirigida por este senhor que já se considerou o Grande Salvador do Brasil, comparando-se a Jesus, o verdadeiro chefe da quadrilha não é o Zé Dirceu e sim este senhor Lula, rancoroso, vil, disfarçado e com ânsia de poder que vive iludindo este povo pobre, inculto e sofredor dos sertões áridos deste país, se mantendo a frente deste partido que usurpa e rouba de todas as maneiras para encher os cofres e irrigar a corrupção que se instalou desde que foram eleitos, criando e vivendo com a publicidade paga, o grande Brasil das Maravilhas.Leiam;



Um quarto da CPI tem problemas na justiça

Levantamento feito pelo Congresso em Foco revela que oito dos 32 integrantes da comissão que investigará Carlinhos Cachoeira respondem a ações penais e inquéritos no STF

Geraldo Magela/Senado
Um quarto dos 32 parlamentares indicados para investigar o esquema de exploração do jogo ilegal comandado pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira, na CPI Mista que será instalada hoje (25), tem problemas com a Justiça. Oito senadores e deputados que integração a CPI respondem, no total, a oito inquéritos e cinco ações penais que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), a maioria originada de problemas ocorridos na função de cargos públicos que os parlamentares já exerceram. Seis desses oito congressistas pertencem à base aliada do governo. Os dados fazem parte de levantamento feito pelo Congresso em Foco no site do STF.

Os parlamentares enrolados com a Justiça são (em ordem alfabética): Cássio Cunha Lima (PSDB-PB); Delegado Protógenes (PCdoB-SP); Fernando Collor (PTB-AL); Jayme Campos (DEM-MT); Luiz Pitiman (PMDB-DF); Maurício Quintella Lessa (PR-AL); Silvio Costa (PTB-PE), e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
                                   PROTÓGENES
São cinco tipos diferentes de ação penal (AP), que são uma evolução dos inquéritos instaurados na corte, quando os ministros já concluíram que há indícios de cometimento de crime. Campeão de processos entre os integrantes da CPI, Jayme Campos responde a uma AP por crimes contra a fé pública e a três inquéritos diferentes (crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral, crime de responsabilidade e crime contra a Lei de Licitações). Já o ex-presidente da República Fernando Collor é alvo de duas ações penais – corrupção passiva e peculato e crimes contra a ordem tributária. Cássio Cunha Lima, por sua vez, responde a dois inquéritos (fase preliminar de investigação que pode resultar ou não na abertura de ação penal), um por crimes da Lei de Licitações e outro por crimes eleitorais.
                                       COLLOR
Já o delegado licenciado da Polícia Federal Protógenes Queiroz responde a uma AP por quebra de sigilo funcional e fraude. O processo contra Protógenes refere-se a ações cometidas por ele como o responsável pela Operação Satiagraha, que investigou o banqueiro Daniel Dantas. Vanessa Grazziotin responde a um inquérito por crimes eleitorais. Maurício Quintella, a um inquérito por peculato. Luiz Pitiman responde a inquérito por crimes eleitorais, enquanto Silvio Costa responde a uma ação penal por crimes contra a honra – o deputado foi processado pelo ex-colega Raul Jungmann (PPS-PE), em 2009, por injúria, crime de menor gravidade. Em programa de rádio veiculado naquele ano, Silvio chamou Jungmann de corrupto, e a maioria dos ministros do STF aceitou a abertura de ação penal.

A comissão reúne deputados e senadores com o pretenso objetivo de investigar a relação de Carlinhos Cachoeira com políticos como o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), os governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) e deputados de partidos diversos, além de membros do Judiciário e do Ministério Público goianos. Também está prevista a investigação de agentes privados. Em especial, a construtora Delta, uma das maiores do país, e que teria relações com o bicheiro. Outro alvo da CPMI será a “grampolândia” articulada por Cachoeira, uma ampla rede de espionagem especialmente de políticos em Brasília e outras cidades.







Foragido, tesoureiro de Cachoeira quer falar na CPI

Advogado diz que Geovani Pereira está 'pronto para cooperar'; ele teria feito saques de R$ 15,4 milhões das contas de empresas de fachada

AE | 25/04/2012 09:47:15

Apontado pela Polícia Federal como o arquivo vivo do esquema de pagamento de propina a políticos e servidores públicos comandado pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira , Geovani Pereira da Silva está "pronto para cooperar" com a CPI instalada para investigar, no Congresso, o caso.
Foto: AE Carlinhos Cachoeira é acusado de comandar um esquema de exploração de jogos ilegais
O porta-voz do recado é seu advogado, Calisto Abdala Neto, que tenta garantir a liberdade do cliente. Para a Justiça, o homem apontado como tesoureiro de Cachoeira é considerado foragido há quase dois meses.
"Ele (o Geovani) está pronto para cooperar com a Justiça e com a CPI", afirmou Abdala Neto ao jornal O Estado de S. Paulo. O advogado disse que, a princípio, o tesoureiro poderia se defender das acusações das quais é alvo no Congresso e "contribuir" com as investigações. "Ele tem de responder por aquilo que ele fez."
Para mostrar a disposição do cliente em ajudar, o advogado disse que, se ele for convocado para depor na CPI, não deve entrar com habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para depor como testemunha, e não como investigado. Na condição de testemunha, teria a obrigação de falar a verdade e não poderia permanecer em silêncio.
O tesoureiro tem muito a esclarecer. Um relatório do Instituto Nacional de Criminalística (INC) da PF revelou que Geovani fez saques de R$ 15,4 milhões nos últimos dois anos das contas de empresas apontadas pelos investigadores como sendo de fachada. O contador fez mais de uma centena de retiradas das contas de cinco empresas, das quais tinha procuração para realizar tais movimentações.
Milhões
Geovani fez 122 retiradas, no valor de R$ 11,8 milhões, da Alberto & Pantoja. E aparece como sacador de recursos de outras três empresas e até da conta de um irmão de Cachoeira. Foram R$ 2,4 milhões da JR Prestadora de Serviços; R$ 1 milhão da Mapa Construtora (que tem como sócio o irmão do contraventor, Paulo Roberto); R$ 95 mil da Brava Construções e R$ 119 mil da conta de Luiz Carlos Almeida Ramos (outro irmão de Cachoeira).
A polícia acredita que o tesoureiro possa apontar quem são os servidores - políticos incluídos - beneficiados com propina. E revelar detalhes de como funcionava o esquema de repasse de recursos da empreiteira Delta, operado por Cachoeira, segundo a PF. O relatório do INC descobriu que R$ 39 milhões abasteceram duas das cinco empresas apontadas como sendo de fachada pela PF.
Estratégia
A ideia da defesa de Geovani é mantê-lo "resguardado" até que a Justiça revogue a ordem de prisão contra ele. Para isso, o advogado impetrou habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, em Brasília, para anular a ordem de prisão. O pedido ainda não foi apreciado. A defesa entrará também com outro pedido de liberdade ao juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, responsável por deflagrar a operação. Abdala Neto entregará o passaporte de Geovani e argumentará que não há fundamento para prendê-lo.
Na linha das defesas de Cachoeira e do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), o advogado dirá que a Operação Monte Carlo é ilegal porque houve investigação de autoridades com foro privilegiado. Ele, porém, descarta a hipótese de acordo de delação premiada. "As acusações são infundadas." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.









Polícia prende ex-diretor da Delta ligado a Carlinhos Cachoeira

CLAUDIO ABREU
Agência O GloboPor Roberto Maltchik (roberto.maltchik@bsb.oglobo.com. | Agência O Globo – 

BRASÍLIA - Agentes da Polícia Civil do Distrito Federal prenderam na manhã desta quarta-feira, em Goiânia, o ex-diretor da Delta para o Centro-Oeste Cláudio Abreu - apontado como braço direito do contraventor Carlinhos Cachoeira na construtora. Os policiais também cumpriram mandados de busca e apreensão na Câmara de Vereadores de Anápolis (GO) - berço dos negócios do contraventor Carlinhos Cachoeira. Foram recolhidos documentos do gabinete do vereador Wesley Silva (PMDB).


A ação faz parte da operação Saint-Michel, um desdobramento da Operação Monte Carlo que prendeu Cachoeira e é tema da CPI mista que inicia os trabalhos nesta quarta-feira.

A operação cumpre ainda mandados nas cidades de Brasília e São Paulo. Segundo o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), "os fatos criminosos investigados têm origem na Operação Monte Carlo e foram encaminhados ao MPDFT pelo Ministério Público Federal em razão de os crimes investigados serem da competência local.


Lula lidera bombardeio contra Perillo na CPI

Agência EstadoPor Vera Rosa | Agência Estado – 3 horas atrás

DESTAQUES EM POLÍTICA


Incentivador da CPI do Cachoeira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca nesta quarta em Brasília disposto a estimular o PT e a base aliada a bombardearem o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) para atingir a oposição às vésperas das eleições. Lula vai almoçar com a presidente Dilma Rousseff e ministros, no Palácio da Alvorada, algumas horas depois da instalação da CPI.

À noite, os dois comparecerão à estreia do filme "Pela Primeira Vez", no Museu Nacional. Trata-se de um documentário de 32 minutos em 3D, produzido pelo fotógrafo Ricardo Stuckert, que mostra a despedida de Lula do Palácio do Planalto e a posse de Dilma, em janeiro de 2011.

Nos últimos dias, o ex-presidente e sua sucessora divergiram sobre a conveniência da instalação da CPI. Lula, porém, está convencido de que as investigações vão desvendar como operava o que ele chama de "quadrilha política e empresarial" comandada pelo contraventor Carlos Cachoeira.

"Vocês vão se surpreender com o que vai surgir nessa CPI", disse o ex-presidente a parlamentares do PT, na semana passada. Na avaliação de Lula, o esquema de Cachoeira se aliou à oposição e agiu para fabricar provas contra o seu governo. Em conversas reservadas, o ex-presidente tem dito que a CPI vai desvendar as ligações de Cachoeira com a "farsa do mensalão".

Perillo garantiu, em 2005, que alertou Lula sobre o pagamento de propina a parlamentares, em troca de apoio no Congresso. O ex-presidente nega e nunca perdoou o tucano por isso.

Embora não tenha feito nada para evitar a CPI, Dilma teme que a comissão contamine as votações no Congresso. O governo também se deu conta de que a CPI pode trazer problemas ao Planalto porque a construtora Delta, no epicentro das investigações, é a que tem mais contratos para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

"Essa CPI tem um foco determinado: o esquema de uma quadrilha, que operava com jogos clandestinos e fazia espionagem política. Pode ser que tenha outros crimes correlatos aí e é isso que vamos investigar", resumiu o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), ex-líder do governo na Câmara.

                                                 VACAREZZA
Vaccarezza era o preferido por Lula para a relatoria da CPI, mas é desafeto da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), e teve o nome vetado pelo Planalto, que acabou dando sinal verde para o deputado Odair Cunha (PT-MG). "Está tudo bem. O importante é que Lula está com boa saúde, o cabelo crescendo e a voz firme", comentou Vaccarezza, numa referência ao fim do tratamento do ex-presidente para combater um câncer na laringe. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Voltei

São assuntos que não podemos esquecer, logo teremos eleições nos municípios por onde deve se iniciar a limpeza deste partido petista infecto e destes políticos corruptos onde estiverem.

Até amanhã