sábado, 17 de março de 2012

MENSALÃO ESTÁ NAS MÃOS DE JUÍZES SIMPATIZANTES DO PT- O QUE VAI DAR?


Bom dia como escrevi ontem, estamos nas mãos de alguns juízes do SFT aliados aos petistas como o Sr. Toffoli e o Sr. Levandowski para o julgamento dos quadrilheiros do mensalão, mesmo havendo impedimento moral o Sr. Toffoli  ainda não se sente impedido para ser um dos julgadores. É lastimável que o judiciário maior deste país também esteja caindo no colo de aliados dos petistas, assim será impossível haver justiça plena a qualquer petista envolvido em maracutais, o Sr. Toffoli é também o relator do processo contra o Ministro Queridinho da Dilma Sr. Pimentel que aguarda parecer deste senhor. Estamos cada vez mais perto da derrocada final, o Sr. Levandowski também está segurando em suas mãos o processo do mensalão. O novo Presidente do Supremo Sr. Ayres Britto disse em entrevista recente que: “O Supremo Tribunal Federal tem como dever julgar o mensalão com imparcialidade”, assim esperamos que seja feito. Os petralhas do poder estão se aproveitando das aposentadorias compulsórias de ministro do STF para colocar lá amigos da causa petista assim como o fez Chaves na Venezuela quando resolveu mudar até a Constituição do país o judiciário o apoiou na integralidade, este é também o objetivo dos petistas aqui também, orquestrado pelo conselheiro-mor o Sr. Marco Aurélio Garcia que pretende transformar o Brasil numa ditadura disfarçada quando assumirão por tempo indeterminado o governo, trazendo com isto o pior que há para o povo brasileiro basta vermos o que acontece nos países por eles inspirados como Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Irã etc.. Devemos prestar muita atenção ao que acontece nos meandros da política petista, caso contrário as pessoas de bem e democratas verdadeiros serão puxados para este turbilhão que se aproxima nos levando a bancarrota, cuidado, muito cuidado, devemos prestar muita atenção aos passos sutis desta corja que não querem o bem do Brasil e sim seu próprio bem. Leiam abaixo:

Toffoli ainda estuda se vai julgar mensalão.

Ex-sócia e atual companheira do ministro do STF atuou diretamente na defesa de três acusados no escândalo. Para ele, "não existe nenhum impedimento de ordem legal"

Hugo Marques


 
  VEREDICTO  Em dúvida, Dias Toffoli disse que ainda não vê motivo para impedimento, mas decidirá sobre sua eventual suspeição “no momento oportuno” (Alan Marques/Folha Press) 

Sempre que lhe perguntam se participará do julgamento do processo do mensalão — o escândalo de corrupção envolvendo políticos durante o governo Lula —, o ministro José Antonio Dias Toffoli responde de maneira evasiva. Antes de assumir o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2009, Toffoli foi advogado do PT, assessor jurídico do então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, e advogado-geral da União. Para juristas, apenas essa relação funcional com o grupo acusado de comandar o maior esquema de corrupção da história já seria um motivo suficiente para que o magistrado considerasse a hipótese de se afastar do julgamento, cujo início está previsto para maio. Existe, porém, outra razão que deve precipitar a decisão do ministro: sua ex-sócia e atual companheira atuou diretamente na defesa de três acusados de envolvimento com o escândalo do mensalão, incluindo José Dirceu, apontado pelo procurador-geral da República como o chefe da quadrilha.

Até 2007, quando assumiu a chefia da Advocacia-Geral da União, Toffoli foi sócio do escritório Toffoli e Rangel, junto de sua companheira, a advogada Roberta Maria Rangel. Antes disso, entre 2005 e 2007, Roberta foi contratada por três réus do mensalão. José Dirceu usou os serviços da banca para tentar barrar no Supremo o processo de cassação de seu mandato. Por puro acaso, a ação teve Toffoli como relator, mas foi arquivada sem que o ministro precisasse julgá-la. Já os ex-deputados Paulo Rocha e professor Luizinho contrataram Roberta para se defender das acusações de lavagem de dinheiro no próprio processo do mensalão. Todos os três estão envolvidos até o pescoço na engrenagem corrupta montada pelo PT que desviava recursos públicos para o caixa do partido, subornava parlamentares e maquiava a roubalheira por meio de empréstimos bancários fictícios e licitações fraudulentas no governo. Se participar do julgamento, Toffoli vai ajudar a decidir o destino de três figuras que já foram defendidas diretamente por sua companheira. Segundo especialistas consultados, é um caso que pode configurar conflito de interesses. 

A lei determina que um juiz deve ser considerado suspeito — e, portanto, impossibilitado de julgar uma causa — quando existirem entre ele e uma das partes relações de parentesco, amizade ou vínculo financeiro. Ele também deve ser afastado se já tiver representado uma das partes em instâncias inferiores ou se seu cônjuge atuar como advogado no processo.

Desde que foi nomeado ministro, há dois anos e meio, o magistrado é perguntado sobre sua intenção de julgar o mensalão. Publicamente, sempre se esquivou de responder. A pessoas próximas, já confidenciou que não vê nenhuma restrição à sua atuação no caso. Essa postura tem provocado desconforto no Supremo. Nos bastidores, colegas do ministro questionam a postura de Toffoli e afirmam que sua ligação umbilical com o PT faz com que seu eventual voto — qualquer que seja ele — seja visto com desconfiança. 

Procurado, o ministro disse, por meio de nota, que “não existe nenhum impedimento de ordem legal” à sua participação no julgamento. Sobre uma eventual suspeição, decidirá “no momento oportuno”. Toffoli informou que já tinha conhecimento de que sua ex-sócia e atual “namorada” trabalhou para José Dirceu e os ex-deputados Paulo Rocha e professor Luizinho, mas que ele não mantém “amizade íntima ou inimizade capital com nenhum deles”. A advogada Roberta Rangel não quis se pronunciar. “O juiz deve se declarar impedido se um antigo cliente de sua mulher estiver sendo julgado”, lembra o ex-ministro do STF e ex-ministro da Justiça Célio Borja, falando em tese, sem conhecer os detalhes do caso. O afastamento de um juiz para garantir a imparcialidade de um julgamento pode ser uma decisão pessoal do magistrado ou se dar por solicitação dos réus ou do Ministério Público. É uma questão preliminar que, certamente, ainda será motivo de muita discussão.  
Antonio Cruz/ABR


Voltei

Então na reportagem está explicitado o que ocorrerá, vamos aguardar e ver se o Sr. Toffoli cria vergonha na cara e toma a atitude digna que dele se espera como Ministro do STF.


Até amanhã.

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